Não é só a luz solar que prejudica a saúde da pele. A iluminação artificial, presente em ambientes fechados, também aumenta o risco de manchas, queimaduras e até mesmo o envelhecimento da pele. O DermaClub conversou com a dermatologista Luciana Kalache, de Curitiba, que explicou que a exposição à grande luminosidade aumenta o desenvolvimento de manchas e acelera o envelhecimento cutâneo. Por isso, é fundamental proteger-se inclusive em ambientes fechados. Descubra como abaixo!

A luz visível aumenta o risco de manchas e doenças na pele

A luz visível, que parte tanto dos raios do sol como de fontes artificiais (lâmpadas fluorescentes, radiação emitida pela tela do computador ou televisões) atua tanto no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele quanto no de hiperpigmentação, isto é, nas manchas. Desse modo, a doutora adverte: “A luz visível influencia no aparecimento de melasma, melanoses solares, marcas pós-procedimentos dermatológicos e cicatrizes de acne, por exemplo.” Além disso, também pode ser decisiva para o desenvolvimento de doenças cutâneas como dermatite actínica crônica e a fototoxicidade.

Saiba como prevenir a ação nociva da luz artificial na pele

Para evitar os danos da luz visível, o uso do filtro solar com cor e FPS igual ou maior que 30 deve ser constante, inclusive em ambientes fechados, com reaplicação a cada quatro horas. Além disso, o acompanhamento e o tratamento de eventuais sintomas, como as manchas, é fundamental para evitar uma evolução e garantir a preservação de uma pele saudável e bonita.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.