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Dermatite seborreica e caspa são a mesma coisa? Dermatologista explica a diferença entre os quadros

 Descubra qual é a ligação entre a dermatite seborreica no couro cabeludo e a caspa
Descubra qual é a ligação entre a dermatite seborreica no couro cabeludo e a caspa

Entrevista com Dra. Lilia Guadanhim, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

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A caspa tem impacto negativo sobre a qualidade de vida dos pacientes, gerando desconforto por ser erroneamente associada à falta de higiene. Os floquinhos são consequência da dermatite seborreica, uma inflamação que também pode provocar coceira no couro cabeludo e em algumas partes do corpo. O DermaClub conversou com a dermatologista Lilia Guadanhim, de São Paulo, que explicou um pouco mais sobre essa conexão e ainda deu 7 dicas de como cuidar e controlar o quadro. Confira!

Entenda a diferença entre a dermatite seborreica e a caspa

Segundo a médica, a caspa é o nome popular da descamação característica dos quadros de dermatite seborreica no couro cabeludo. “A dermatite ocorre principalmente por produção excessiva de oleosidade e, além da descamação, pode provocar vermelhidão e coceira”, explicou. O quadro se desenvolve a partir da predisposição familiar e pessoal, do aumento na produção de sebo e através de fungos, que colaboram para a inflamação da região.

Dermatologista explica como é possível tratar a dermatite seborreica e a caspa

De acordo com a especialista, por ser uma doença crônica, é importante cuidar das crises, mas também manter um tratamento regular. “Nos períodos mais críticos, o uso de corticoides tópicos ajuda a controlar mais rapidamente a descamação. Casos mais intensos podem ser tratados com remédios orais, como os probióticos, que auxiliam no domínio da oleosidade e no equilíbrio da flora. Já o tratamento básico é feito com shampoos que contenham agentes antifúngicos - como ciclopiroxolamina e cetoconazol -, queratolíticos - como ácido salicílico e LHA - e seborreguladores - como piritionato de zinco.

Dra. Lilia Guadanhim dá 7 dicas para controlar o caso

1) Lave os cabelos no mínimo três vezes por semana;

2) Por ser um quadro crônico, alterne o seu shampoo comum com um específico para controle de oleosidade - de acordo com a gravidade do quadro e orientação médica;

3) Evite banhos muito quentes, pois estimulam a oleosidade no couro cabeludo;

4) Os shampoos de tratamento fazem pouca espuma, isso é normal e esperado;

5) Deixe o produto agir no couro cabeludo por pelo menos cinco minutos, depois enxague;

6) Você pode manter sua rotina normal de cuidados com os fios: use condicionador no comprimento do cabelo e máscaras hidratantes;

7) Evite o estresse, pois ele é um agravante do quadro.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 24 de Junho de 2016
Modificada em: 23 de Maio de 2019

Dra. Lilia Guadanhim

Palavra do Dermatologista

Dra. Lilia Guadanhim

CRM: 133850

Formação em Medicina, Residência Médica em Dermatologia e Especialização em Cosmiatria pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo. Possui título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Associação Médica Brasileira, além de ser membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da International Dermoscopy Society. Tem especializações em Cosmiatria - Toxina Botulínica e Preenchimento na França e Dermatoscopia - Oncologia Cutânea na Itália. É médica colaboradora da Unidade de Cosmiatria da Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo.

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