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Escola de Atopia: conheça o projeto social de La Roche-Posay que dá apoio à crianças com dermatite atópica

Conheça o Projeto Social Escola de Atopia de La Roche-Posay
Conheça o Projeto Social Escola de Atopia de La Roche-Posay

Redação por Camila Oliveira

A dermatite atópica é uma doença crônica, que acomete 40 milhões de brasileiros, principalmente crianças. Esse número corresponde à cerca de 20% do total da população. Seus principais sintomas são ressecamento, lesões avermelhadas na pele e muita coceira. Pensando na grande incidência de pacientes no País, La Roche-Posay idealizou a Escola de Atopia, um projeto social que busca não só incentivar o tratamento das crianças, mas também conscientizar e dar suporte às famílias. Saiba mais sobre o projeto abaixo!

Descubra qual é a importância da Escola de Atopia

Sabe-se que crianças atópicas apresentam dificuldades para dormir e que isso afeta não só elas, mas a todos que convivem. Apesar da doença não ter cura, os tratamentos são paliativos e, muitas vezes, de alto custo. La Roche-Posay tem como missão melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio do cuidado com a pele, inclusive as mais sensíveis.

Pensando nisso, desenvolveu a Escola de Atopia, que é um projeto social pioneiro que contribui com essa missão, levando às crianças com dermatite atópica e suas família informação sobre a doença e os cuidados diários necessários. O foco do projeto é educacional para crianças e pais de crianças com dermatite atópica, buscando sempre a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, pois a doença atrapalha atividades corriqueiras, como banho e principalmente sono da família como um todo - e quanto menos descanso, maior a probabilidade do surgimento de crises. Além disso, o projeto oferece auxílio psicológico às crianças e familiares, pois sabe-se que as alterações na pele, muitas vezes, causam desconforto e acabam sendo motivo para o bullying escolar.

Como é feito o tratamento da dermatite atópica em crianças?

A dermatite atópica afeta de 10 a 15% da população na infância e, geralmente, está associada à alergias respiratórias, como asma e bronquite. O tratamento na crise envolve corticoesteroides orais e tópicos, além de inibidores tópicos de calcineurina - que causam um impacto devido ao alto custo. O cuidado diário, envolvendo emolientes e sabonetes específicos para a pele sensível contribuem para o espaçamento das crises.

É importante lembrar que a dermatite atópica não é uma doença contagiosa, mesmo nos graus mais avançados, em que a aparência da pele pode levar a uma exclusão social, que influencia totalmente na auto-estima dos pacientes, especialmente crianças.  

A incidência da doença tem aumentado nas últimas décadas, principalmente nos grandes centros urbanos, cujos fatores ambientais, como a poluição, agravam o quadro. Assim, é essencial também um acompanhamento psicológico, que já é realizado com as famílias na Escola de Atopia. Nas reuniões, forma-se um grupo de apoio, no qual os pais trocam experiências e contam como superam a doença. São efetuadas também oficinas de aplicação de hidratante com as crianças, mostrando de forma lúdica a importância do cuidado diário com a pele.

Saiba por que Curitiba foi a primeiro local escolhido para receber o projeto no Brasil

O quadro da dermatite atópica é agravado com o frio e a Região Sul apresenta as temperaturas mais baixas do país. Por conta do clima propício e da parceria com o Dr. Lincoln Fabricio, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia especialista em dermatite atópica, a marca implementou a primeira Escola no Hospital Evangélico de Curitiba. Hoje, o espaço recebe crianças também encaminhadas do Hospital de Clínicas de Curitiba, expandindo o projeto a mais famílias da cidade. Além disso, nos dias de hoje o projeto também existe no Hospital Municipal Jesus, no Rio de Janeiro. 

Saiba mais sobre o Projeto Social Escola de Atopia no site.

Publicada em: 19 de Abril de 2016
Modificada em: 13 de Abril de 2020

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