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Saiba como escolher o FPS de acordo com seu tom de pele + dicas de como usá-lo ao longo do ano e no dia a dia

Descubra como escolher o FPS ideal para seu tom de pele + por que ele deve mudar ao longo do ano e deve ser usado até em ambientes fechados
Descubra como escolher o FPS ideal para seu tom de pele + por que ele deve mudar ao longo do ano e deve ser usado até em ambientes fechados

Entrevista com Dra. Vanessa Metz, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

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Proteger-se dos danos causados pela radiação solar é mais que essencial para todos os tipos e tons de pele, porém, é preciso ficar atento ao FPS que será usado. Por isso, o DermaClub conversou com a Dra. Vanessa Metz, dermatologista na cidade do Rio de Janeiro, que explicou tudo o que você precisa saber na hora de escolher o seu fator de proteção, por que ele deve mudar de acordo com a estação do ano e a importância do uso do protetor até mesmo em ambientes internos. Confira a entrevista!

Saiba qual é a proteção mais indicada para o seu tom de pele

Segundo a médica, a pele negra é a que possui mais melanina e, por isso, apresenta, teoricamente, uma espécie de proteção natural. “Essa característica não exclui a necessidade do corpo da fotoproteção. Nenhum tom de pele deveria se expor ao sol sem nenhum tipo de barreira. A pele negra pigmenta com mais facilidade, logo, proteger-se da radiação é muito importante para evitar manchas”, explicou, indicando o filtro de FPS 15 para ser usado no dia a dia, e acima de 30 para dias de extrema exposição. Já para as peles mais claras, indica-se FPS 30 diariamente e maior que 60 quando o contato for maior.

Entenda por que o fator deve mudar de acordo com a estação do ano

A dermato explicou que o fator de proteção solar pode variar de acordo com a estação do ano devido à quantidade de exposição. “Acabamos aumentando a defesa contra o sol quando estamos nos aproximando do verão. O indicado é que o FPS seja maior que 30, além disso, sugerimos aplicar o filtro com cor após o primeiro para que possamos ter mais uma barreira na pele”, esclareceu. É preciso ter em mente que, quanto mais forte o sol e maior for a exposição, também deve-se aumentar o FPS.

Descubra qual a importância da proteção mesmo em ambientes fechados

Não é apenas através da luz solar que o corpo pode sofrer com o fotoenvelhecimento. Dra. Vanessa explicou que até as luzes vindas de aparelhos eletrônicos podem acelerar o envelhecimento da pele. “Durante o dia é possível notar que há claridade, também chamada de luz visível. Além dela, a luz infravermelha e a branca - produzida por tablets, computadores e celulares - podem fazer mal à pele”, disse, indicando o uso de filtros físicos e antioxidantes para a proteção desse tipo de luz.

Dermatologista afirma que é necessária proteção durante a noite

De acordo com a dermatologista, se você for sair à noite, também é necessária proteção, mas não contra o FPS. “É preciso se proteger fisicamente da luz branca, com uma base, por exemplo. Além disso, a vitamina C usada uma vez ao dia é importante, já que a saturação que ela faz na pele é suficiente para a proteção noturna”, acrescentou.

Saiba quais os riscos que as pessoas correm ao escolher o FPS inadequado

Para a médica, o grande risco do uso inadequado do fator de proteção solar é a queimadura. “Se a pessoa vai para a praia e usa um FPS baixo para a sua sensibilidade, ela está suscetível à uma queimadura, que pode ter vários graus - desde apenas ficar vermelho até dar bolhas. A longo prazo, a pele pode ficar manchada e com rugas, além dos riscos do câncer de pele”, esclareceu.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 30 de Outubro de 2015
Modificada em: 27 de Julho de 2021

Dra. Vanessa Metz

Palavra do Dermatologista

Dra. Vanessa Metz

CRM: 52794953

Dra. Vanessa Metz é especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, formada em medicina pela Faculdade Souza Marques e pós-graduada em dermatologia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Foi vice-presidente da Associação dos Dermatologistas da UERJ (ADUERJ) no ano de 2009 e professora substituta do serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto no ano de 2010. É sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da Academia Americana de Dermatologia (AAD). Está em constante atualização participando de cursos e congressos no Brasil e exterior para trazer aos seus pacientes o que há de mais moderno.

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