A limpeza de pele é um procedimento que traz uma série de benefícios para o rosto: ajuda a diminuir espinhas e cravos, amenizar a aparência dos poros abertos e controlar a oleosidade. Mas por trás dessa técnica tão recomendada pelos dermatologistas, existem muitas dúvidas sobre cuidados, o que pode ou não ser feito depois do tratamento e como a pele costuma ficar após o ritual. Para esclarecer esses e outros pontos, o DermaClub listou 7 mitos e verdades sobre a limpeza de pele. Veja só!

1. A limpeza de pele profunda e com extração pode ser feita em casa

Mito. Por ser um procedimento que manipula bastante a pele e lida diretamente com lesões de cravos e espinhas, a limpeza precisa ser feita no consultório com um profissional especializado. Com ajuda de um profissional, o tratamento se torna mais seguro, com maiores chances de sucesso e menos riscos de desenvolver infecções, cicatrizes e manchas.

2. O procedimento elimina todas as lesões de cravos e espinhas

Mito. Na verdade, não são todas as lesões de acne que profissional pode remover durante o procedimento. Devemos lembrar que a espinha é uma inflamação e, dependendo do seu grau, pode refletir em marcas no rosto ao serem manipuladas.

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3. O rosto pode ficar vermelho e dolorido após a técnica

Verdade. Como a limpeza de pele também envolve a extração de cravos e espinhas, a técnica acaba deixando a pele bem irritada e sensível, com uma grande tendência a ficar vermelha e dolorida após a técnica. Para amenizar esse incômodo, é recomendado o uso de produtos calmantes, como a água termal.

4. A limpeza de pele deve ser feita regularmente

Verdade. A frequência do procedimento varia de paciente para paciente. Para aqueles que possuem a pele mais oleosa, com tendência à formação de cravos e espinhas, é importante fazer uma vez ao mês. Em outros casos, os intervalos costumam ser de 45 a 60 dias.

5. Grávidas não podem se submeter ao procedimento

Mito. As gestantes podem, sim, passar pelo tratamento, contanto que sejam utilizados os produtos certos. É importante não usar dermocosméticos com álcool, parabenos ou outros ativos irritativos que podem deixar o rosto da paciente sensível e avermelhado.

6. A adolescência é uma boa época para começar o tratamento

Verdade. A limpeza de pele pode ser feita em qualquer época da vida, mas é importante começar o tratamento ainda na puberdade - quando os hormônios estimulam as glândulas sebáceas e as células chamadas queratinócitos. Assim conseguimos controlar a oleosidade da pele e o surgimento da acne desde cedo.

7- A exposição solar deve ser evitada após a limpeza de pele

Verdade. Expor o rosto à radiação solar nos primeiros dias após o tratamento é um risco para o desenvolvimento de irritação e de manchas na pele. Para evitar esses problemas, é fundamental aplicar e reaplicar o protetor facial com FPS 30 diariamente. Prefira um produto com amplo espectro, toque limpo e com cor para esconder as marcas que ficam após a limpeza e também para proteger a pele de uma forma mais segura.