No verão, o que a nossa pele mais precisa é de proteção solar. Além de combater os efeitos da radiação - das manchas até o melanoma - o uso do filtro solar também ajuda a manter a hidratação cutânea. Mas será que o produto pode ser removido pela água do mar e da piscina, prejudicando a sua ação? O DermaClub explica se isso realmente acontece e qual é a melhor alternativa de protetor para esta época do ano.

Como a pele reage em contato com o cloro da piscina e a água do mar

Quando entramos em contato com a água do mar, nossa pele passa por um processo automático de desidratação por conta das moléculas de sal, que retêm água do organismo e acaba refletindo no ressecamento da pele. Outros problemas também acontecem com o cloro na piscina, que reduz a microbiota normal da pele com seu efeito bactericida. Além disso, a substância pode causar irritação e coceira no corpo.

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A água do mar e da piscina removem o protetor solar?

Verdade. Os mergulhos na água do mar e na piscina, assim como a alta sudorese, podem causar a remoção do filtro solar, sendo necessário reaplicar o produto a cada três ou quatro horas. Outra alternativa é apostar em filtros mais resistentes, que aderem mais à pele e deixam a região protegida por mais tempo.

Aposte em um protetor solar resistente a esses fatores

A melhor solução para manter a pele segura desses efeitos é um filtro solar que, além de proteger a pele contra os raios solares, previne os impactos do sal e do cloro, proporcionando uma hidratação intensa e resistente às águas do mar e piscina, o Ideal Soleil Hydrasoft, de Vichy, possui ativos como glicerina e vitamina E, que além de ter ação nutritiva, possui efeito antioxidante.