Você já ouviu falar no movimento Slow Nutrition? A dieta coloca em foco, não só o que você come, mas como você come. Assim, além de pregar uma alimentação natural, restringindo ao máximo o consumo de industrializados, também destaca os benefícios de se alimentar com calma e atenção, sobretudo em uma época em que em que vivemos sempre na correria.

Saiba o que é o Slow Nutrition

Inspirada nas dietas mediterrâneas e orientais - que priorizam o consumo de alimentos frescos e naturais -, a nutricionista Bruna Vilela introduziu no Brasil o Slow Nutrition, método que prioriza o consumo de “comida de verdade”. Indo na contramão da correria do cotidiano, a ideia é mesmo aproveitar o momento da refeição para saborear e comer apenas quando se estiver com fome. Além disso, a dieta é baseada no consumo de ingredientes sazonais e regionais.

Entenda por que excluir alimentos industrializados do cardápio

Mais do que saber que os alimentos industrializados fazem mal à saúde, é importante compreender por que eles são tão prejudiciais ao bem-estar do organismo. Por serem ricos em aditivos químicos, esses produtos possuem baixo valor nutricional e o seu consumo causa inflamação nas células que, em conjunto com outros hábitos nocivos, pode ocasionar acúmulo de peso, celulites e até mesmo outras doenças mais graves, como as cardiorrespiratórias.

O que é permitido comer na dieta Slow Nutrition

Segundo a filosofia do Slow Nutrition, recomenda-se comer apenas quando se está com fome, até atingir a saciedade. Dentro do cardápio, estão permitidos frutas, legumes e verduras da época, de preferência orgânicos, grãos integrais, e, sobretudo, as “superfood”, como quinoa, aveia, castanhas e feijões. A ideia da dieta é resgatar uma comida caseira e nutritiva, sem muitas restrições, que já existe há milhares de anos!

Antes de adotar quaisquer mudanças na dieta, entre em contato com o seu nutricionista. Ele poderá te indicar a melhor opção para as suas necessidades. Invista!