A herpes é uma doença muito comum, causada pelo vírus HSV (Herpes Simples Humano). Mas você sabia que existem três tipos diferentes da doença? Assim, ela exige tratamentos distintos. Por isso, o DermaClub conversou com a dermatologista Christiane Gonzaga, do Rio de Janeiro, para entender tudo sobre as variações e como tratá-las. Confira!

Saiba como e os motivos pelos quais a herpes surge

De acordo com a médica, a doença é caracterizada por pequenas bolhas (vesículas), que podem surgir em qualquer área do corpo, porém são mais comuns nos lábios e na região genital. “A primeira infecção em um paciente que não teve contato anterior com o vírus, geralmente, é mais grave. Depois, os agentes infecciosos podem permanecer no organismo sem manifestar erupções ou sintomas e, posteriormente, podem ser reativados, de forma menos grave e com menor duração”, explicou.

Na maioria das vezes, as bolinhas são precedidas por alguns sintomas como ardor, coceira e formigamento na área em que surgem e as crises costumam durar de 7 a 10 dias. Além disso, a herpes está ligada à baixa imunidade, já que o vírus vence a defesa do organismo. O problema também pode ser causado devido ao estresse, fadiga ou exposição solar excessiva.

Descubra quais são os tipos de herpes e como é possível contrair a doença

A Dra. Christiane afirma que a herpes é extremamente contagiosa. O vírus pode ser contraído através do beijo e compartilhando talheres e copos com alguém que já esteja com o vírus ativo, por exemplo. Conheça as versões da doença:

- Herpes tipo 1: é o mais comum, sendo caracterizada pelas lesões orais;
- Herpes tipo 2: responsável pelas lesões nas regiões genitais e contraído por meio do ato sexual;
- Herpes tipo 3: também conhecido como herpes Zóster, é uma infecção originada do mesmo vírus que causa varicela (catapora). Os principais sintomas são dor e lesões na pele que persistem por semanas ou até meses.

Mas a herpes tem cura? Conheça os tratamentos existente para a doença

Segundo a dermatologista, a herpes não tem cura, mas é possível tratá-la. “Costuma-se indicar antivirais orais e tópicos, que facilitam na cicatrização da ferida. Além disso, iniciar o tratamento assim que sentir os primeiros sintomas é ideal para diminuir o tempo de duração da doença e reduzir a intensidade”, contou.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.