O aparecimento de cravos, muito comum em peles oleosas, merece atenção especial. Considerado um distúrbio cutâneo, o pontinho preto e incômodo é a fase inicial da acne. O comedão - como também é chamado - pode evoluir para outros estados se não for tratado adequadamente. Veja o que fazer nesses casos e como cuidar da pele para evitá-los!

Entenda como os cravos são formados

A acne de grau 1, caraterizada pelo surgimento desses pontinhos escuros, acontece devido o entupimento dos poros. O folículo piloso fica obstruído por causa do excesso de queratina e óleo. Com o aumento da produção do sebo e a presença de bactérias que vivem no rosto, os cravos podem se transformar em espinhas.

Conheça dicas de como tratar os cravos e evitar que eles se desenvolvam

A rotina de cuidados em casa é essencial para evitar a acne. Para o tratamento dos cravos utilizamos sabonetes específicos, tônicos e ácidos noturnos, como os retinoides. Para evitar que novos comedões surjam, os cuidados devem se estender para a clínica dermatológica. É importante visitar sempre o dermatologista e realizar uma limpeza de pele mensal, que é uma forte aliada.

A recuperação da pele também pode ser feita através do laser, que limpa os poros e remove as bactérias, além de peeling, para reestruturar a camada da pele. Em casos mais severos, a isotretinoína pode ser a solução. A substância, no entanto, tem restrições de uso - grávidas estão no grupo de risco - e a proteção solar é indispensável durante a medicação.

Por que a acne acontece?

A doença geralmente acomete pacientes com predisposição genética e que possuem a pele oleosa. Adultos também podem ter espinhas, mas os adolescentes tendem a sofrer mais com o problema. Nessa fase, acontece a acne vulgar, que é causada pela produção de hormônios sexuais comuns na puberdade - o estrogênio, a progesterona e a testosterona. Outros fatores também podem aumentar as chances de inflamação dos poros:

- Produtos oleosos, como bronzeadores e outros cosméticos;
- O uso da cortisona;
- Uso do complexo B e do iodo em excesso;
- Distúrbios hormonais e ovários policísticos;
- Tensões emocionais.

Procure o seu dermatologista e tenha o tratamento ideal para o seu tipo de pele e necessidades!

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.