Sair do consultório mais bonita e confiante com a sua aparência: essa é a expectativa de toda paciente que acaba de fazer um procedimento estético. O problema é que nem toda mulher tem uma experiência positiva após esses tratamentos. Além de realizar a técnica desejada com um bom dermatologista, também é importante saber a procedência dos produtos e substâncias utilizadas ao longo da intervenção - se são de qualidade e aprovadas pela vigilância sanitária. Para entender melhor o valor dessa precaução, o DermaClub conversou com a dermatologista Carolina Marçon, que esclareceu os possíveis riscos de fazer procedimentos estéticos e como evitá-los.

Quais são os riscos dos procedimentos estéticos para a saúde do paciente?

Existem muitos benefícios em fazer procedimentos estéticos, mas é importante frisar que qualquer tratamento clínico pode envolver riscos. Para garantir total segurança do paciente e um excelente resultado, é importante fazê-lo com profissionais qualificados e com formação específica para realizar tal técnica - como um dermatologista ou um cirurgião plástico.

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A Drª Carolina explica que os riscos dos procedimentos podem variar de pessoa para pessoa. “Por exemplo, um peeling mais abrasivo feito em um paciente de pele morena ou negra, pode aumentar o risco de manchas; já os preenchedores, possuem risco de obstrução vascular, que pode evoluir para necrose e deformidades na região; a toxina botulínica, se não for aplicada corretamente, pode causar a perda de expressão; entre outros”.

É importante que o paciente se certifique do uso de produtos de qualidade

O uso de produtos e substâncias durante cada tratamento também é muito importante. Aqueles que são de qualidade, garantem o resultado esperado, já os que não possuem a mesma eficácia aumentam o risco de complicações. “É importante que o paciente fique atento a todas as etapas do procedimento estético que será realizado”. São elas:

1ª etapa) Conhecer o profissional que vai fazer o procedimento. Checar no site da Associação Brasileira de Dermatologia ou de Cirurgia Plástica se o médico é membro dessa sociedade e se ele tem a formação que diz ter.

2ª etapa) Não buscar o tratamento pelo preço, mas pela formação que o especialista possui. Lembre-se que o barato muitas vezes acaba saindo caro!

3ª etapa) Certifique-se que as substâncias utilizadas no procedimento são de boa qualidade e devidamente aprovadas pela vigilância sanitária. Pergunte ao seu dermatologista o nome e a origem desses produtos, depois confirme se são seguros!

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.