Quem tem pele oleosa sabe quem nem sempre é tarefa fácil lidar com o brilho extra no final do dia, além de outros inconvenientes, como poros abertos e acne. No entanto, este tipo de pele pode ter suas vantagens, como minimizar a aparência do envelhecimento cutâneo. O DermaClub conversou com a dermatologista Juliana Neiva, do Rio de Janeiro, que explicou tudo sobre o processo de amadurecimento da pele oleosa, como prevenir e tratar. Confira!

O envelhecimento na pele oleosa é diferente dos demais tipos?

Segundo a médica, não existe diferença no envelhecimento da pele oleosa para a seca, mista, normal ou sensível. “O que pode camuflar um pouco do visual das linhas de expressão e rugas é a oleosidade. Quanto mais seca a pele, mais opaca ela é. Enquanto a pele oleosa fica lustrosa, que pode ser confundido com um aspecto hidratado. E, por isso, temos a sensação de que aquele rosto é menos envelhecido, já que hidratação está diretamente ligada à saúde da pele”, comentou.

Conheça as causas do envelhecimento na pele oleosa

Assim como em qualquer tipo de pele, as causas do envelhecimentos são duas: interno, que tem a ver com o passar do tempo e características genéticas, e o externo, incluindo estresse, má alimentação, poluição, privação do sono, ingestão excessiva de álcool e tabagismo. “No entanto, o sol é o maior responsável pelo envelhecimento extrínseco. Por isso, é fundamental o uso de protetor solar, independente do clima e mesmo em ambientes fechados”, recomendou.

Descubra como é possível evitar o envelhecimento na pele oleosa

De acordo com Dra. Juliana Neiva, os cuidados com a pele, preferencialmente, devem se iniciados a partir dos 20 anos, em ambos os sexos. É fundamental que a rotina seja seguida todos os dias e ela deve ser montada depois do diagnóstico do dermatologista. “No geral, ela é composta de sabonete, tônico, esfoliante periódico, hidratante com ativos anti-idade adequados e filtro solar”, disse.

Saiba como minimizar o envelhecimento na pele oleosa

Para diminuir os sinais já existentes também é preciso passar por uma avaliação médica, já que os produtos e tratamentos devem ser direcionados para o tipo de pele do paciente, com precisão. Para a dermatologista, os derivados da vitamina A, como ácido retinoico, o retinol e o retinaldeído, são alguns dos melhores ativos para estes casos. “Eles promovem renovação celular, estimulam a formação de colágeno, além de melhor a irrigação sanguínea da pele”, explicou.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.