Melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele, que pode surgir de pintas novas ou que já estavam no corpo há muito tempo, podendo mudar suas características. A fim de esclarecer melhor o assunto, o DermaClub entrevistou a dermatologista Tatiana Matos, de Salvador, que explicou formas de como prevenir a doença. Veja só!

Melanoma: conheça os tipos e suas características na pele

De acordo com a médica, há alguns tipos de melanoma. “O primeiro é uma mancha superficial na pele, que pode apresentar mais de uma cor ou ser assimétrica. Outro tipo é o nodular, que possui cor azul-enegrecido, vermelho-azulado ou até não ter cor - ser amelanótico”, explicou. Existe também o lentigo maligno, que surge em idosos com a pele danificada pelo sol e se confunde, muitas vezes, com os sinais do fotoenvelhecimento. E, por último, o melanoma acral que aparece em extremidades, principalmente palmas de mãos e plantas de pés, comuns em pessoas de pele negra - uma das formas mais agressivas da doença.

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As causas do melanoma e os fatores de risco da doença

Segundo a Dra. Tatiana, a causa mais comum de melanoma é a exposição solar sem proteção nos horários de pico. “Pessoas de pele clara têm risco maior quando sofrem queimaduras solares”, esclareceu. A incidência também é grande em determinadas famílias, que possuem predisposição genética ao quadro. “Câmeras de bronzeamento artificial também podem causar melanoma, sem falar que pacientes com a imunidade comprometida têm uma maior incidência de câncer de pele em geral”, disse.

Proteja-se desse tipo de câncer da pele com o uso do filtro solar

A medida mais eficaz de prevenção é o uso do filtro solar e de barreiras físicas, como chapéu, óculos e camisas com proteção ultravioleta. Também é importante a avaliação dos sinais com um dermatologista a cada 6-12 meses, além do autoexame. “O paciente deve tentar observar mudança em seus sinais baseado nestes critérios: assimetria do sinal, alteração de bordas; coloração - mais de uma cor, mudança de cor, perda de cor -; diâmetro - aumento de diamantes horizontal ou vertical -; e evolução do sinal - se há sangramento, coceira e crosta”. Qualquer alteração identificada, o médico deve ser consultado para um exame com dermatoscopia.

Conheça as formas mais indicadas para tratar o melanoma

O tratamento para o melanoma, normalmente, é cirúrgico, com a retirada do sinal. “Em algumas situações, se faz necessário tratamentos adicionais como retirada de linfonodo - que podem ter células neoplásicas -, quimioterapia, terapia biológica ou a radioterapia”, concluiu.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.