Muitas vezes, a ideia de aplicar um ácido no rosto gera insegurança. No entanto, quem usa dermocosméticos com esses ativos em sua fórmula sabe como eles podem garantir uma série de benefícios à pele quando administrados corretamente. Com o poder de renovar e tratar manchas e rugas, eles proporcionam uma pele mais fina, lisa e luminosa. Mas além das vantagens que os ácidos oferecem, também é importante entender o que são e quais as diferenças entre os alfa-hidroxiácidos, beta-hidroxiácidos e os poli-hidroxiácidos. Para esclarecer, o DermaClub conversou com a dermatologista Carolina Marçon, de São Paulo. Confira!

Os AHAs são perfeitos para quem visa atacar todos os problemas de pele de uma vez

Os alfa-hidroxiácidos, assim como os demais, são derivados de fontes como frutas e cereais. O ácido “faz tudo” possui diversas finalidades e ações na pele, entre elas, uma ação esfoliante que diminui a coesão entre as células, permitindo o efeito de renovação celular. “Dessa forma, você renova as camadas mais superficiais da pele, causando um estímulo secundário para a produção de uma pele “nova”, explicou a Drª Carolina.

Exemplos: ácido glicólico, ácido lático, ácido málico.

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Para tratar a acne e a oleosidade da pele, opte pelos BHAs

Existe apenas um beta-hidroxiácido, que é o ácido salicílico, e ele é perfeito para tratar a pele acneica e oleosa. Com propriedades esfoliantes e seborreguladores, ele ajuda a diminuir o espessamento da pele, evita a contaminação de bactérias e fungos e promove a renovação celular, retirando as células mortas e o excesso de oleosidade. Além disso, é um ótimo anti-inflamatório para tratar espinhas internas, e pode ser utilizado sozinho ou combinado com AHAs.

PHAs são ideais para tratar os problemas de quem tem a pele sensibilizada

De acordo com a dermatologista, os poli-hidroxiácidos são perfeitos para as peles mais sensíveis. “Os PHAs são usados em formulações, pois permitem um menor potencial irritativo ao ser liberado na pele de forma mais lenta”, finaliza. Por terem uma molécula maior que os AHAs, eles agem apenas na superfície da pele. Eles também podem promover ação hidratante, esfoliante e antioxidante, podendo até ser usados para o tratamento de peles com rosácea.

Exemplos: ácido lactobiônico; gluconolactona.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.