Sabe quando você está com a pedicure marcada e lembra da sensação de dor que terá por causa da sua unha encravada? Esse incômodo é, geralmente, ocasionado devido à forma incorreta de cortar as unhas e pelo uso contínuo de sapatos fechados. Mas tem jeito! A dermatologista Christiane Gonzaga, do Rio de Janeiro, conversou com o DermaClub e contou o que fazer para prevenir e tratar o quadro. Confira!

Entenda quais são os sintomas da unha encravada e suas causas

De acordo com a médica, esse problema, também conhecido como onicocriptose, ocorre quando a unha cresce e pressiona a pele ao redor, causando dor, vermelhidão, inchaço, sangramento e/ou sensibilidade a qualquer tipo de pressão no dedo. “O quadro também pode ocasionar granuloma piogênico, que é conhecido popularmente como carne esponjosa”, explicou.

Unhas encravadas? Não mais! Descubra como evitar esse incômodo

Utilizar sapatos confortáveis, que ofereçam espaço ao redor dos dedos, é uma ótima alternativa para evitar que o problema aconteça - principalmente, os calçados usados para fazer atividades físicas, como caminhadas e corridas. Outra indicação é cortar as unhas de forma adequada, preferindo o formato quadrado. Mantenha-as curtinhas sempre que possível!

Saiba o que fazer para tratar a sua unha encravada e dar tchau à dor

Segundo a Dra. Christiane, o ideal é consultar um médico para que ele avalie o quadro e receite o tratamento necessário. No entanto, nos casos mais simples, é indicado lixar e aplicar chumaços de algodão sob a unha, além de mergulhar o pé em água morna ao menos duas vezes ao dia. Para a dermatologista, não se deve retirar a unha por completo, pois ao crescer, ela pode encravar novamente. “Já para situações mais graves, quando há infecção, é ainda mais necessária a ida ao médico, pois a automedicação pode trazer complicações graves”, afirmou.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.