Os protetores solares já são comercializados desde as primeiras décadas do século XX, porém, o entendimento de sua importância só ganhou força tempos depois. Os primeiros filtros físicos surgiram nos anos 80 e são cada vez mais indicados para proteção UVA, UVB e luz visível. Por isso, o DermaClub foi atrás das características e benefícios desse dermocosmético e explicou tudo a seguir. Confira!

Saiba quais são os benefícios do filtro solar físico

O protetor físico possui minerais em sua composição, como dióxido de titânio e óxido de zinco, que não são absorvidos pela pele, oferecendo maior segurança, inclusive, para as peles mais sensíveis. O filtro proporciona uma alta proteção contra a radiação: quando os raios UV batem, são refletidos, o que evita a ação da radiação na pele e auxilia na prevenção do fotoenvelhecimento. É ideal para crianças, pessoas com alergias e gestantes.

Entenda como o produto funciona na pele

Também conhecidos como inorgânicos, os filtros físicos são compostos por partículas de origem mineral e que atuam refletindo os raios solares. Também podem ser associados aos filtros químicos - ou orgânicos -, dependendo de sua indicação. Para peles mais sensíveis, sensibilizadas ou que até mesmo passaram por algum tipo de procedimento, os filtros 100% físicos são a melhor opção. Hoje em dia, com a evolução dos dermocosméticos, eles podem conter cor e minimizar o aspecto esbranquiçado que antigamente proporcionavam.

Descubra para quais ocasiões e tipos de pele o produto é indicado

Por ser um produto mais estável e que não penetra na pele, é ideal para pessoas com peles sensíveis ou alérgicas. Além disso, pode ser usado também por grávidas e crianças. Pacientes que tenham realizado procedimentos como peeling e lasers também podem apostar nos filtros físicos.

Então, os filtros químicos são vilões? O Dermaclub explica pra você

Apesar do protetor solar físico ter muitos benefícios, o produto com formulação química não é considerado um vilão. Ambos têm eficácia comprovada e protegem o corpo e o rosto da ação nociva dos raios solares. No entanto, para escolher o dermocosmético ideal deve-se atentar para o tipo de pele e suas características. Quem possui sensibilidade cutânea, por exemplo, pode optar por um filtro físico. Já pacientes que não têm restrições e não apresentam doenças de pele, como urticária solar ou lúpus, podem investir em um protetor químico, que não haverá comprometimento da ação fotoprotetora.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.