O que você sabe sobre queloide? Quando lesionamos a pele, seja por machucados, queimaduras ou cirurgias, logo em seguida se inicia um processo de cicatrização para tratar e reparar o trauma sofrido. Assim, as próprias células do corpo começam um grande trabalho em equipe, se reproduzindo com rapidez no local atingido para que um novo tecido se forme e feche a ferida. Porém, em algumas pessoas, esse cenário nem sempre ocorre como deveria.

De acordo com a dermatologista Nicole Perim, de Belo Horizonte, no decorrer desse processo acontece um alto estímulo das células que pode evoluir para uma cicatrização “anormal”, resultando em queloides. O DermaClub explica as possíveis causas dessas marcas volumosas na pele e a melhor maneira de tratá-las. Veja só!

Por que o queloide se forma?

De acordo com a médica, não se sabe porque ocorre este grande estímulo das células, mas o que podemos concluir é que alguns fatores podem contribuir para a formação dessas volumosas marcas. “Geralmente há uma tendência familiar, genética para este distúrbio na cicatrização. Os quelóides podem aparecer em todos os tipos de pele, mas é mais comum nas peles com maior pigmentação”, esclareceu.

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Existem cuidados que podem evitar o surgimento do quelóide?

Durante o processo de cicatrização algumas medidas podem ser adotadas para tentar evitar a formação dessas cicatrizes indesejáveis. “A aplicação de placas de silicone e géis com substâncias reparadoras, que auxiliam a cicatrização, são alguns exemplos”, disse. É importante ressaltar que essas medidas não podem garantir a total prevenção das marcas. Portanto, para descobrir a eficácia de cada tratamento, o ideal é consultar um dermatologista.

Qual é o melhor tratamento para esse problema?

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que o diagnóstico precoce do quelóide é essencial para garantir um tratamento mais simples e eficaz. “Sendo assim, cicatrizes menores podem responder a massagens diárias com corticoides tópicos, ou aplicação de placas de silicone. Já para os casos mais extensos, a aplicação de corticoides injetáveis se torna mais eficiente”,

A Dra. Nicole ainda indica que certos procedimentos clínicos podem melhorar o aspecto das cicatrizes, como os lasers e a luz pulsada. “É comum o aparecimento de vasinhos nos tecidos em cicatrização, deixando a região com um aspecto mais vermelho que a pele ao redor. Neste caso, a correção da diferença na coloração da pele com luz pulsada já pode trazer um ganho estético satisfatório”, concluiu.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.