O sol é, definitivamente, um dos principais causadores de sinais do envelhecimento precoce da pele, que se apresentam como linhas finas, rugas, manchas e flacidez. Mas, por que isso acontece? De que outras formas a radiação ultravioleta pode afetar a nossa pele? Como podemos protegê-la? O DermaClub te explica essas e outras questões. Confira!

1) Os raios solares podem agredir a pele de dois jeitos

A exposição excessiva ao sol pode causar dois tipos de problemas: os que surgem de forma praticamente imediata, como vermelhidão, alergias e ressecamento; e os que aparecem apenas com o passar do tempo, como sinais de envelhecimento e câncer de pele.

2) Sim! A exposição solar indevida implica no surgimento de rugas e manchas

A radiação UV favorece o estresse oxidativo. Assim, há um aumento na produção de radicais livres - moléculas instáveis que danificam as células saudáveis do corpo -, promovendo linhas finas, rugas e manchas na pele.

3) O sol também causa flacidez à pele

Os radicais livres também são responsáveis pela degradação do colágeno, substância essencial para a sustentação da pele. Dessa forma, a exposição excessiva à radiação UV, pode causar flacidez cutânea, deixando o rosto com menos firme e sem o contorno bem definido.

4) Sensibilidade: os impactos do sol podem ser vistos na pele quase que imediatamente

Já percebeu que depois de uma ida à praia ou à piscina a tendência é que seu corpo fique mais avermelhado? Isso acontece devido à ação dos raios UVB, que são praticamente constantes durante o dia e são responsáveis pelas queimaduras solares, vermelhidão e também pelo câncer de pele a longo prazo.

5) O sol pode ressecar sua pele

Depois de exagerar na exposição solar, a pele pode apresentar um aspecto ressecado em resposta aos danos causados. Isso acontece porque a radiação UV faz com que a pele perca a umidade presente nas camadas mais externas da pele, que, então, fica mais propensa ao ressecamento. Além disso, a perda de hidratação também favorece o surgimento de rugas e linhas de expressão.

6) A pele também pode produzir mais oleosidade com a exposição solar

Muitas pessoas acreditam que se expor ao sol pode ajudar no visual da pele, sobretudo quem sofre com problemas como a acne. Contudo, o efeito é exatamente o oposto: o excesso de exposição solar promove um aumento na produção de sebo, deixando a pele mais suscetível à formação de cravos e espinhas.

Por isso, fortificar a pele é essencial para lidar com os efeitos do sol!

Para proteger a pele dos danos já causados e também contra possíveis novos danos, é preciso fortificar a barreira natural da derme contra a ação de agentes externos. Para isso, aposte na combinação antioxidantes mais ativos hidratantes. Os antioxidantes, como os presentes na água termal, combatem a ação dos radicais livres deixando a pele com um visual mais jovem. Além disso, é importante investir na hidratação da pele de modo a preencher e recuperar o viço e tônus muscular. Para isso, o ácido hialurônico vai ser seu grande aliado.

Conheça o Expossoma e a sua relação com o envelhecimento da pele

Fora o excesso de exposição solar, um conjunto de fatores aos quais estamos expostos diariamente interferem - e muito! - na saúde da pele. Segundo o conceito de Expossoma, o acúmulo de danos causados por agentes externos e internos, somado aos fatores genéticos e à forma como cada indivíduo reage a essas agressões, implica no envelhecimento precoce da pele. De acordo com dermatologistas, além da exposição solar, poluição, mudança de clima, má alimentação e estresse estão entre os principais causadores de rugas, manchas e flacidez.

Para proteger a pele, procure manter uma rotina de cuidados adequados sem esquecer do uso diário do filtro solar e de antioxidantes. Antes de utilizar qualquer produto, contudo, é fundamental consultar um dermatologista para que ele indique a melhor opção para o seu caso.