A rosácea é muito conhecida por promover vermelhidão e sensação de ardência em áreas como as maçãs do rosto. A doença pode acometer qualquer pessoa e tem diferentes tipos de manifestação. Por ser um quadro crônico, é mais difícil de ser eliminada por completo, porém, é possível controlar. O DermaClub trás para você a diferença entre os tipos de rosácea e seus possíveis tratamentos. Confira!

Dermatologista explica o que é a rosácea

Segundo a médica Katleen Conceição, da cidade do Rio de Janeiro, a rosácea gera lesões inflamadas no rosto. “As áreas mais afetadas são bochechas, nariz, testa e queixo. Pessoas que possuem a pele oleosa ou sensível são mais propensas a desenvolver a doença. Mas isso não é uma regra, qualquer pessoa, com qualquer característica de pele, pode ser atingida”, explicou.

Descubra quais os tipos de rosácea e como tratá-los

A rosácea é uma doença crônica e pode ser de quatro tipos diferentes. Confira as características de cada uma e como tratá-las a seguir:

- Eritemato telangectasia: mais comum, faz com que a pele fique vermelha e com vasos aparentes. É facilmente notada na região central do rosto e se agrava com consumo de álcool, exposição solar, exercícios físicos, entre outros. Outro sintoma é sensação de ardência. Pode ser tratada com remédios tópicos anti-inflamatórios ou tratamentos a laser;

- Pápula pustular: tem como característica, além da vermelhidão, o surgimento de lesões pápulo-pustulosas, que se assemelham com espinhas. O tratamento também tem ação anti-inflamatória e pode ser tópica ou via oral;

- Fimatosa: a inflamação causada por esse tipo de rosácea torna a pele mais espessa e vermelha, em alguns casos, áreas como o nariz podem dobrar de tamanho. Além disso, regiões do rosto e ao redor podem ser comprometidas. Além dos tratamentos já citados anteriormente, em alguns casos, há intervenção cirúrgica para reduzir o volume de pele;

- Ocular: acomete a região dos olhos, mais especificamente próximo aos cílios, gerando descamação e vermelhidão. Se não tratado pode evoluir e interferir na visão do paciente. Os medicamentos devem ser indicados por um oftalmologista e a área deve ser bem higienizada.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.