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Couro cabeludo ressecado: por que isso acontece? Entenda e saiba como prevenir essa condição

Veja o Post: Couro Cabeludo Ressecado Por Que Isso Acontece Entenda E Saiba Como Prevenir Essa Condição
Creation Date: 14 set 2018
Update Date: 24 out 2023
Você sabia que o couro cabeludo pode ficar ressecado e essa condição não é tão rara assim? Na maioria das vezes, esse problema é genético e bastante comum em quem tem a pele seca. Mas o ressecamento da região também pode ser causado por vários fatores externos e hábitos incorretos, como o uso excessivo de calor, lavar o cabelo muitas vezes ao dia, usar o shampoo errado, entre outros. Para entender como essa condição acontece e a melhor forma de tratar do couro cabeludo, o DermaClub conversou com a dermatologista Giselle Sanches, de São Paulo. Confira!

Couro cabeludo ressecado: entenda por que isso acontece

De acordo com a médica, além da genética, o ressecamento também pode ser causado por fatores externos: “Como o uso excessivo de secador próximo à raiz, shampoos impróprios, estresse e alterações hormonais”, esclareceu. O banho muito quente também é um inimigo para quem sofre com o problema já que a temperatura elevada da água resseca ainda mais o couro cabeludo, além de abrir as cutículas capilares. “Todo esse ressecamento pode gerar muita coceira e deixar também o couro cabeludo dolorido”, atentou a profissional. Além disso, o uso de shampoo anticaspa para cabelos oleosos ou com sulfato são dois fatores responsáveis por piorar essa condição já que remove a pouca oleosidade produzida naturalmente no couro cabeludo. Por isso, antes de usar qualquer produto, converse com o seu dermatologista.

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Características e sintomas de um couro cabeludo ressecado

O ressecamento no couro cabeludo causa sintomas como: sensação de repuxamento e ardência. Outros sintomas incluem coceira, irritação e vermelhidão. “Esse problema acaba enfraquecendo a base do fio, que cresce de maneira lenta e tem sua estrutura fragilizada. Com isso, o cabelo começa a quebrar e a queda capilar é acentuada. Os fios também tendem a ficar opacos e com aspecto ressecado”, ressaltou a dermatologista. Quando o couro cabeludo está muito seco, os sintomas também podem ser confundidos com a caspa. “A região afetada apresenta descamação, ou seja, fica com pequenas escamas de pele que acabam se alojando ao longo do fio”, esclareceu.

Como tratar o ressecamento do couro cabeludo?

Assim que notar os primeiros sintomas, não prolongue o problema e procure um médico para saber o diagnóstico correto e quais medidas devem ser tomadas - em alguns casos, é necessário o uso de medicamentos específicos para controlar o ressecamento. A Dra. Giselle afirma: “Apenas um médico dermatologista vai poder analisar a saúde do seu couro cabeludo. Já é possível investigar com exames como o tricograma, biópsia e dermatoscopia capilar, o que está errado com seu cabelo e como resolver”, apontou.

Por outro lado, algumas medidas caseiras podem ajudar:

- Evitar banhos muito quentes;
- Usar shampoo com ação hidratante;
- Fugir dos produtos de limpeza profunda, que ressecam ainda mais a região;
- O cabelo deve ser lavado, no máximo, duas vezes por semana, para evitar que a oleosidade natural seja removida pela água;
- Também é importante beber bastante água diariamente - isso vai auxiliar o seu corpo a se manter hidratado.

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*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 14 de Setembro de 2018
Modificada em: 23 de Julho de 2021


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palavra do dermatologista

DRA. GISELLE SANCHES
CRM: 117116 / RQE 37933

Título de Especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Dermatologia; Título de Especialista em Clínica Médica pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Clínica Médica; Graduação em Medicina pela PUC de São Paulo; Pós-graduação em Dermatologia pelo Hospital Heliópolis (SUS); Pós-graduação em Clínica Médica pela Universidade Federal de São Paulo; Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia


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DRA. GISELLE SANCHES
CRM: 117116 / RQE 37933

Título de Especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Dermatologia; Título de Especialista em Clínica Médica pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Clínica Médica; Graduação em Medicina pela PUC de São Paulo; Pós-graduação em Dermatologia pelo Hospital Heliópolis (SUS); Pós-graduação em Clínica Médica pela Universidade Federal de São Paulo; Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

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