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Mulher segurando uma pilula anticoncepcional, representando como esse medicamento pode afetar a pele.

Anticoncepcional: saiba quais são os efeitos do medicamento na pele

Veja o Post: Pílula Anticoncepcional Saiba Quais são Os Efeitos Do Medicamento Na Pele
Creation Date: 16 mai 2016
Update Date: 25 out 2024

A pílula anticoncepcional é um método contraceptivo que garante 99,9% de eficácia. Porém, além de evitar uma gravidez indesejada, o comprimido pode causar outros efeitos no corpo feminino, já que interfere nos picos hormonais do organismo. Por isso, o DermaClub conversou com a dermatologista Flávia Addor, de São Paulo, que explicou quais são os efeitos do remédio na pele e como a paciente deve agir em caso de consequências adversas.

Entenda como a pílula anticoncepcional age no corpo

A pílula anticoncepcional é um comprimido à base de hormônios que deve ser ingerido diariamente e sempre no mesmo horário, sob orientação médica. Estas substâncias são parecidas com as produzidas pelo corpo da mulher e impedem a ovulação, ou seja, impossibilita que o óvulo amadureça e saia do ovário, eliminando as chances de uma fecundação indesejada. A pílula ainda provoca alteração no muco, atrapalhando a passagem dos espermatozoides.

Dermatologista explica quais são os efeitos do remédio na pele

Segundo a médica, a interferência da pílula nos picos hormonais podem sim impactar a pele. “Negativamente, é possível ativar hormônios responsáveis pela melanização, induzindo à formação ou piora do melasma. Por outro lado, alguns comprimidos ajudam no controle da acne, pois inibem os picos hormonais na fase entre a ovulação e a menstruação”, esclareceu.

Entenda o que deve ser feito caso ocorram efeitos adversos na pele

De acordo com a Dra. Flávia, geralmente, a pílula deixa a pele mais “calma”, melhorando a oleosidade e a acne. “Caso ocorram efeitos contrários ao esperado, como excesso de produção de sebo, comedão, ressecamento ou qualquer outro problema, é importante consultar um dermatologista. Primeiro, serão descartados outros agentes que podem estimular o quadro, como doenças hormonais e cosméticos inadequados, por exemplo”, explicou, afirmando que após esse diagnóstico verifica-se a necessidade de trocar a pílula, associar outro antiandrogênico ou mesmo suspender o uso. “O ideal é, sempre que possível, ter uma abordagem multidisciplinar junto com o ginecologista”, concluiu.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 16 de Maio de 2016
Modificada em: 28 de Julho de 2021


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palavra do dermatologista

DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR
CRM: 66293

Dra. Flávia Addor é dermatologista formada pela Santa Casa de São Paulo, com mestrado no Departamento de Dermatologia da Universidade de São Paulo e extensão universitária na Vrije university (Bruxelas). É membro da Academia Americana de Dermatologia e sócia titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a médica fez parte do corpo docente da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.


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DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR
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Dra. Flávia Addor é dermatologista formada pela Santa Casa de São Paulo, com mestrado no Departamento de Dermatologia da Universidade de São Paulo e extensão universitária na Vrije university (Bruxelas). É membro da Academia Americana de Dermatologia e sócia titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a médica fez parte do corpo docente da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.

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