Causa do desconforto de muitas mulheres, as olheiras dão um aspecto de cansaço para o rosto. Por isso, a maioria acaba fazendo uso de corretivos para esconder esse probleminha desagradável. Mas, você sabia que existe diferença entre as olheiras? Dois dos tipos comuns são as azuis e as castanhas. Em conversa com a dermatologista de São Paulo, Flávia Addor, o DermaClub procurou entender como elas surgem e tirar as dúvidas para você. Confira!
Castanhas x Azuis: descubra qual a diferença entre esses tipos de olheiras
Engana-se quem acredita que só existe um tipo de olheira. Para encontrar uma solução, primeiro é preciso descobrir qual a coloração da sua. Entenda as diferenças, segundo a médica: - Olheiras azuis: são mais comuns em pessoas mais claras e de pele fina, sendo identificadas dessa forma porque tem uma tonalidade mais arroxeada. Isso ocorre pelo fato de ser possível visualizar os vasos superficiais da pele, que tendem a se modificar com estímulos à microcirculação local, piorando com choro, pouco sono, cansaço e período pré-menstrual; - Olheiras castanhas: a melanina é predominante e são mais comuns em pessoas de pele mais escura, podendo ocorrer nas mais claras também. E pioram com o bronzeamento e atrito, por exemplo, quando se coça muito os olhos.
Como cada tipo de olheira tem uma origem diferente, o ideal é procurar produtos formulados para atuar nas duas frentes. O Mela B3 Olhos, da La Roche-Posay, é uma opção que reúne Melasyl™ e niacinamida — voltados para a coloração acastanhada — junto com cafeína, que ajuda na aparência das olheiras de origem vascular. O mesmo Melasyl™ está presente no Sérum, no Gel de Limpeza e no Double Dose da linha para o rosto, e no Mela B3 Cuidado Corporal de Dupla Ação, para manchas de atrito em outras áreas do corpo (esse último não deve ser usado no rosto).
Entenda por que as olheiras azuis e castanhas surgem no rosto
De acordo com a Dra. Flávia, existe uma predisposição genética, além da questão de que a pele mais fina e clara facilita a visualização dos vasos. “Outro fator é que, com o envelhecimento natural da pele, é normal as olheiras se acentuarem, pois a derme fica mais fina e perde-se o componente gorduroso que suporta esta área. Assim, os olhos ficam mais fundos, evidenciando as olheiras”, afirmou.
Essa perda de sustentação da região também pode se acentuar em processos de emagrecimento rápido, como o observado em pacientes em uso de medicamentos à base de GLP-1 — a diminuição do volume de gordura facial tende a evidenciar ainda mais o fundo dos olhos. Nesses casos, pode ser interessante reforçar o cuidado com produtos voltados para firmeza e volume. A linha Liftactiv Collagen Specialist 16, da Vichy — disponível em sérum, creme, Collagel e uma versão para os olhos —, usa a tecnologia Co-Bonding para estimular as famílias de colágeno da pele. Já o H.A. Intensifier Multi-Glycan, da SkinCeuticals, trabalha para repor o próprio ácido hialurônico da pele, aumentando sua produção natural em até 30% e ajudando a preencher a área com volume mais natural.
Saiba quais são os tratamentos existentes para diminuir as olheiras azuis e castanhas
Qualquer tipo de tratamento depende de uma avaliação cuidadosa com um médico. Mas para a dermatologista, o procedimento mais adequado pode variar desde cremes específicos até peelings e preenchimento. E, por ser uma área muito delicada e sensível, a indicação tem que partir de um especialista.
Entre os cremes específicos para a região, o A.G.E. Interrupter Ultra Serum, da SkinCeuticals, é uma opção voltada para flacidez associada a sinais de glicação, atuando na matriz de sustentação da pele e complementando os resultados de procedimentos de lifting. Já para quem passa por peelings ou tratamentos a laser na região, o Cell Cycle Catalyst, também da SkinCeuticals, pode ajudar a preparar a pele previamente, acelerando a renovação celular e contribuindo para reduzir manchas e melhorar a textura.
E como eu posso evitar que as olheiras apareçam? Veja os cuidados necessários!
Uma listinha do que fazer para evitar olheiras nunca é demais, certo? Para a Dra. Flávia, o cuidado começa com hábitos saudáveis de sono. “Além disso, a proteção solar é essencial. Você também pode hidratar o local com produtos específicos para essa área, que ajudam a melhorar o componente vascular, cooperando para o clareamento da região”, explicou.
Para a hidratação diária da região, o Hyalu B5 Repair Olhos, da La Roche-Posay, combina duplo ácido hialurônico, Pro-Xylane e vitamina B5, ajudando a suavizar rugas e iluminar o aspecto de cansaço. A linha se estende ao restante do rosto com o Sérum Superativado, o Creme Superativado e o Water Gel. Já para reforçar a proteção contra os danos causados pelo sol — mencionada pela Dra. Flávia como um cuidado essencial —, o C E Ferulic, da SkinCeuticals, é um sérum antioxidante amplamente reconhecido, que combina vitamina C, vitamina E e ácido ferúlico para proteger a pele da ação de radicais livres.
Ao comprar produtos como os da La Roche-Posay, Vichy, CeraVe e SkinCeuticals — todas marcas parceiras do Dermaclub —, você acumula pontos que podem ser trocados por outros produtos reais dessas mesmas marcas na Loja de Resgate. É um clube de vantagens gratuito, sem custo para participar: quanto mais você compra, mais pontos acumula e mais alto sobe seu nível dentro do clube, desbloqueando benefícios extras como campanhas exclusivas e acesso antecipado a novidades. Cadastre-se gratuitamente no Dermaclub e comece a transformar seus cuidados com a pele em recompensas.
*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Publicada em: 17 de Fevereiro de 2017
Modificada em: 14 de Julho de 2026

palavra do dermatologista
DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR
CRM: 66293
Dra. Flávia Addor é dermatologista formada pela Santa Casa de São Paulo, com mestrado no Departamento de Dermatologia da Universidade de São Paulo e extensão universitária na Vrije university (Bruxelas). É membro da Academia Americana de Dermatologia e sócia titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a médica fez parte do corpo docente da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.palavra do dermatologista




