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Atopia: entenda o que é, as causas e como tratar a doença também chamada de 'asma na pele'

Veja o Post: Atopia Entenda O Que E As Causas E Como Tratar A Doença Também Chamada De Asma Na Pele
Creation Date: 13 out 2017
Update Date: 24 out 2023

ENTREVISTA COM DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR, MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA

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Você já ouviu falar em atopia? é uma doença adquirida geneticamente, que, na pele, acaba causando uma série de lesões inflamatórias, chamada de dermatite atópica ou eczema. Além disso, quem sofre dessa complicação costuma apresentar problemas alérgicos, como a asma ou a própria rinite - por esta razão, ela também é chamada de asma na pele. Ficou interessada pelo assunto? O DermaClub entrevistou a dermatologista Flávia Addor, de São Paulo, para esclarecer melhor. Confira!

Atopia, também conhecida como asma na pele, surge geneticamente

Popularmente conhecida como asma na pele, a atopia é, na verdade, uma predisposição alérgica hereditária. De acordo com a médica, “ela pode se manifestar através da dermatite, rinite, bronquite ou de todas simultaneamente”, explicou. é bem frequente encontrar no histórico familiar do paciente alguém que também apresentou a doença.

Como perceber os primeiros sintomas da atopia?

Os principais sintomas da atopia se devem ao surgimento das complicações, como a dermatite e a asma, por exemplo. No caso da dermatite atópica, os primeiros sinais são a coceira seguida por lesões na pele - que costumam ser brancas e descamativas, podendo atingir o rosto, pescoço e as dobras dos braços. Com o tempo, a pele dessas áreas torna-se mais grossa, áspera e escurecida.

A atopia, conhecida como 'asma na pele', é uma predisposição alérgia hereditária, que pode se manifestar através da dermatite atópica

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O tratamento da asma na pele está na hidratação e em idas ao dermatologista

Ao notar os primeiros reflexos dos problemas decorridos pela atopia, a Dra. Flávia afirmou ser de extrema importância ir ao dermatologista. “Uma consulta com o especialista é fundamental para distinguir a dermatite atópica de outras doenças de pele, encaminhando o paciente para o tratamento adequado”, esclareceu.

Embora não exista uma forma de prevenir a atopia - por ser genética - há tratamento para as complicações que surgem através da doença. “Algumas medicações orais podem melhorar a dermatite e a asma, mas há medidas específicas para cada problema, como o uso de hidratantes específicos para a dermatite e broncodilatadores para a asma”, disse.

A fim de acalmar a pele sensibilizada pela dermatite, aposte no uso da água termal. O produto é rico em selênio, possui várias indicações de uso e pode ser usado várias vezes ao longo do dia, garantindo alívio e refrescância à área. Os hidratantes prebióticos também são essenciais! Além de agir na barreira física e química, reequilibram a barreira microbiológica da pele, aliviando os sintomas.

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 13 de Outubro de 2017
Modificada em: 22 de Julho de 2021


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palavra do dermatologista

DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR
CRM: 66293

Dra. Flávia Addor é dermatologista formada pela Santa Casa de São Paulo, com mestrado no Departamento de Dermatologia da Universidade de São Paulo e extensão universitária na Vrije university (Bruxelas). É membro da Academia Americana de Dermatologia e sócia titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a médica fez parte do corpo docente da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.


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DRA. FLÁVIA ALVIM SANT'ANNA ADDOR
CRM: 66293

Dra. Flávia Addor é dermatologista formada pela Santa Casa de São Paulo, com mestrado no Departamento de Dermatologia da Universidade de São Paulo e extensão universitária na Vrije university (Bruxelas). É membro da Academia Americana de Dermatologia e sócia titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a médica fez parte do corpo docente da Universidade de Santo Amaro em São Paulo.

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