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Câncer de pele: dermatologista fala causas, sintomas e como tratar

Câncer de pele é o crescimento descontrolado das células da pele e pode ter como fatores principais de aparecimento a exposição solar e a genética.
01 fev 2024

O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil, principalmente em pessoas com mais de 40 anos, podem se manifestar em tipos variados, porém os não melanomas são responsáveis por 30% de todos os casos de tumores malignos registrados no país, segundo o governo brasileiro. 

Embarque nesse guia completo com informações da dermatologista Bruna Vilarejo e conheça mais sobre essa doença que atinge milhões de pessoas todos os anos, explorando maneiras de identificação e de como evitá-la e conheça o Projeto La Roche-Posay.  

O que é câncer de pele?


Segundo a especialista: “A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células da pele e dependendo da camada afetada, definimos o tipo de câncer de pele. Existem 3 tipos de câncer de pele: o carcinoma basocelular, tipo mais comum, o carcinoma espinocelular e o melanoma, mais raro e é o tipo mais agressivo.”

Os raios UVA e UVB induzem modificações no núcleo das nossas células, resultando em danos ao DNA e no longo prazo, tais danos podem desencadear no desenvolvimento do câncer de pele. Falar sobre câncer é preocupante, porém estritamente necessário, já que cerca de 90% dos casos de câncer de pele têm chance de cura quando diagnosticados precocemente. Além disso, é crucial destacar que, com a proteção solar adequada, é possível prevenir amplamente o câncer de pele.

O câncer de pele se desenvolve nas camadas da pele de qualquer parte do corpo e podem ter diversos fatores de risco, incluindo exposição excessiva ao sol, histórico da doença na família, pele demasiadamente clara e que não utiliza protetores solares, queimaduras solares frequentes e uso não irregular e descontínuo de protetor solar.

O que causa o câncer de pele no rosto?


O câncer de pele no rosto é causado pelos mesmos fatores de risco que em outras partes do corpo, como a exposição excessiva aos raios ultravioleta (UV) do sol e, em alguns casos, à radiação ultravioleta artificial de fontes como camas de bronzeamento e histórico genético da doença. 

Os raios UV danificam o DNA das células da pele, o que aumenta o risco de mutações que podem levar ao desenvolvimento do câncer de pele, por isso, sempre que se expor ao sol, procure utilizar um bom protetor solar, como o Anthelios UVMune 400 da La Roche-Posay, que revolucionou o mercado de filtros UV com a tecnologia Mexoryl 400, que protege contra os raios UV mais profundos, tendo ainda resistência à água, suor e areia e tudo isso em uma  textura invisível e fluida para todos os tipos de peles. 

Protetor solar Anthelios UVmune 400 da La Roche-Posay

Quais são os sinais do câncer de pele no rosto?


O câncer de pele tipo carcinoma basocelular pode se apresentar como uma pápula, bolinha vermelha perolada, ou como uma lesão nodular ulcerativa que pode sangrar com facilidade.

O carcinoma espinocelular pode ser apresentar como uma lesão avermelhada, descamativa que não cicatriza. O melanoma, em geral, caracteriza-se por uma lesão macular ou “sinal” em tons acastanhados ou enegrecidos. Essas lesões costumam ser assimétricas, apresentam bordas irregulares, diferentes cores na mesma lesão e diâmetro maior ou igual a 6 mm. 

Quando desconfiar de um câncer de pele?


“Quando você observar um sinal novo ou uma lesão avermelhada que não cicatriza e sangra facilmente.” disse a Dra Bruna Vilarejo.

No geral, é importante desconfiar sempre que notar alterações suspeitas na sua pele, como mudanças em sinais ou surgimento de novos, feridas que não cicatrizam, manchas vermelhas persistentes, coceira, sangramento, dor ou qualquer outra anomalia cutânea. Procure ajuda médica imediatamente, pois o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente as chances de recuperação e tratamento bem-sucedido do câncer de pele.

Como é a aparência do câncer de pele?

 

  • Carcinoma basocelular: frequentemente aparece como uma pápula ou bolinha vermelha perolada na pele, podendo se assemelhar a uma pequena pérola. Outra forma de apresentação desse tipo de câncer é uma lesão nodular ulcerativa, que sangra facilmente. Essas características, embora variáveis, geralmente são indicativas desse tipo de câncer, sendo o mais comum, mas tende a crescer em um local e raramente se espalha para outras áreas do corpo.

    Câncer de pele do tipo carcinoma basocelular

     

  • Melanoma: embora seja o menos comum, este é o tipo mais agressivo de câncer de pele. Ele geralmente se manifesta como uma lesão macular ou "sinal" na pele com tons variados de marrom ou preto. Uma das características distintivas do Melanoma é a chamada regra do ABCDE, que iremos falar logo mais. Essas características devem ser observadas atentamente, pois o Melanoma tem a capacidade de se espalhar para outros órgãos e é mais letal em estágios avançados.

    Câncer de pele do tipo melanoma

  • Carcinoma espinocelular: também comum, muitas vezes se apresenta como uma lesão avermelhada e descamativa na pele, que não cicatriza adequadamente. Essas lesões podem ser ásperas ao toque e tendem a se desenvolver em áreas frequentemente expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço e dorso das mãos. É importante observar essas alterações na pele e procurar um médico, pois o carcinoma espinocelular tem maior potencial de crescimento invasivo do que o carcinoma basocelular. 

    Câncer de pele do tipop carcinoma espinocelular

 

Agora, entenda a seguir como usar o teste ABDCE para detecção do câncer de pele:
 

Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra;
Bordas irregulares: contorno mal definido;
Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
Diâmetro: maior que 6 milímetros;
Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).
 

Quais são os tipos de câncer de pele?

Existem diversos tipos de cânceres de pele, dentre eles, os mais comuns são: 

Câncer de pele melanoma


O melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele, conforme citamos. Ele pode se espalhar rapidamente para outras partes do corpo. Esse tipo de câncer costuma se desenvolver a partir das células produtoras de pigmento, os melanócitos. O melanoma é muitas vezes identificado por mudanças em manchas de pigmentação na pele, como a aparência de um novo sinal ou a alteração de um sinal existente. Geralmente os tumores são de cor marrom ou preta, mas alguns melanomas não são pigmentados e essa “pinta” pode aparecer nas cores rosa, bege ou branca.

Câncer de pele não melanoma


Conhecido por ser o tipo mais comum de câncer de pele, ele geralmente se desenvolve em áreas da pele que são naturalmente mais expostas ao sol, como o rosto e o pescoço. O carcinoma basocelular raramente se espalha para outras partes do corpo, mas pode ser localmente invasivo e causar danos aos tecidos circundantes.

O carcinoma espinocelular é um tipo de câncer de pele também está associado à exposição ao sol e também pode se desenvolver em áreas mais expostas. Embora seja menos comum que o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular pode ser mais propenso a se espalhar para outros tecidos se não for tratado precocemente.


Como tratar o câncer de pele?

O tratamento do câncer de pele é altamente dependente do tipo específico que ocorre, e é essencial buscar auxílio médico para determinar o plano de tratamento adequado. Em geral, o processo começa com uma biópsia da lesão suspeita para confirmar o diagnóstico por meio do resultado histopatológico e após essa confirmação, o tipo do câncer de pele irá ditar o melhor tratamento, que é frequentemente iniciado com a excisão completa da lesão. 

No entanto, é importante ressaltar que existem diversas abordagens terapêuticas disponíveis, incluindo cirurgia, radioterapia, imunoterapia e quimioterapia, entre outras, e a escolha dependerá das características individuais do paciente e da doença. O acompanhamento médico especializado é fundamental para determinar a melhor estratégia de tratamento e garantir o melhor resultado possível.

Como evitar o câncer de pele?


Evitar o câncer de pele não é uma tarefa fácil, mas existem algumas medidas que podem reduzir o risco de desenvolvimento dessa doença, como o uso frequente de protetor solar, o FPS irá variar diretamente conforme a quantidade de sol a que você se expõe e ao tom de sua pele, já que quanto mais clara uma pessoa é, mais sensível ao sol é a sua pele.

Se você procura por um protetor solar mais fluido e sequinho, o Anthelios UVMune 400 que irá se encaixar perfeitamente em sua rotina. Feito por La Roche-Posay ele te protege dos raios UV mais profundos e tem tudo para ser seu queridinho e não sair mais da sua bolsa. Além do protetor solar, você também pode complementar a proteção usando roupas mais protetivas, evitando exposição solar e reaplicar o protetor solar durante o dia. 

Outro fator importante para reduzir o risco da doença é evitar camas de bronzeamento artificial e ter consultas regulares ao médico caso haja histórico familiar da doença. Estar em contato com seus parentes é crucial, já que a herança genética desta doença tem um peso grande no que dita se um indivíduo terá ou não câncer de pele.

“Faça um exame (skincheck) regularmente, evite exposição solar entre 10:00 e 16:00 horas sem proteção, use blusas UVLINE e chapéus /bonés e protetor solar diariamente.” é a dica da especialista. 

Projeto La Roche-Posay

Desde 2009 La Roche-Posay possui uma parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e juntos realizam o Tour de combate ao câncer de pele, que percorre alguns estados brasileiros, promovendo atendimento dermatológico e educação sobre o tema a toda a população brasileira. O tour percorreu mais de 143 mil quilômetros e ensinou mais de 20.000 mil pessoas sobre prevenção e combate ao câncer de pele, além de distribuir amostras de protetor solar e materiais informativos. 

*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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