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Mulher deitada em maca recebendo aplicacao de injecao facial feita por profissional com luvas azuis, em ambiente de clinica dermatologica.

Procedimentos estéticos: Cinco opções para você testar

Descubra 5 procedimentos estéticos populares, como dermapen e skinbooster, e saiba como cuidar da pele antes e depois.
Creation Date: 07 abr 2026
Update Date: 07 abr 2026

Nos últimos anos, os procedimentos estéticos saíram do território do "luxo eventual" e passaram a fazer parte da conversa cotidiana sobre cuidados com a pele. Dermapen, skinbooster, bioestimuladores de colágeno, harmonização facial, tecnologias de radiofrequência e ultrassom — termos que há pouco tempo circulavam só em consultórios dermatológicos hoje aparecem em buscas, redes sociais e conversas entre amigas. Essa popularização tem um lado positivo: mais pessoas com acesso à informação. E um lado que merece atenção: nem sempre a informação que circula é precisa.

Procedimentos estéticos são tratamentos realizados por profissionais habilitados — dermatologistas e médicos especialistas — com o objetivo de melhorar textura, firmeza, volume e aparência da pele por meio de diferentes tecnologias e substâncias. O que eles têm em comum é que nenhum funciona de forma isolada: todos exigem uma avaliação prévia para entender se a indicação faz sentido para aquela pele específica, e uma rotina de cuidados antes e depois de cada sessão que proteja a pele e potencie o resultado. Neste guia do Dermaclub, reunimos o que você precisa entender sobre os procedimentos mais procurados — para chegar à consulta mais informado e sair com expectativas mais realistas.

Resumo: Procedimentos estéticos são tratamentos realizados por profissionais habilitados para melhorar textura, firmeza e aparência da pele. Entre as opções mais procuradas estão o dermapen, o skinbooster, a harmonização facial, os bioestimuladores de colágeno e as tecnologias de estímulo dérmico. Todos exigem avaliação dermatológica prévia e uma rotina de cuidados que proteja e recupere a pele após cada sessão.

O que são procedimentos estéticos e quando eles fazem sentido

Quando a rotina de skincare em casa já não entrega os resultados que você espera, é natural começar a considerar tratamentos estéticos feitos em consultório. Procedimentos estéticos são intervenções realizadas por dermatologistas ou profissionais qualificados que atuam em camadas mais profundas da pele, algo que cosméticos aplicados na superfície não conseguem alcançar sozinhos. Eles podem tratar desde linhas finas e flacidez até cicatrizes de acne, manchas e perda de volume facial.

O ponto-chave é entender que nenhum procedimento substitui uma rotina diária de cuidados. Pense nos tratamentos estéticos como um reforço pontual e na sua rotina de skincare como a manutenção contínua. Um funciona melhor quando acompanhado do outro. Além disso, nem toda queixa exige um procedimento em consultório. Muitas vezes, ajustes na limpeza, na hidratação e na fotoproteção já trazem mudanças visíveis. Por isso, a consulta com um dermatologista é o primeiro passo para qualquer decisão.

Em poucas palavras

  • Procedimentos estéticos são tratamentos de consultório que agem em camadas mais profundas da pele, indo além do que cosméticos tópicos alcançam sozinhos.
  • Não substituem a rotina diária de cuidados. Funcionam como um reforço, enquanto o skincare é a manutenção que sustenta os resultados no longo prazo.
  • A indicação depende de avaliação individual. Cada pele tem necessidades, sensibilidades e histórico diferentes, e o que funciona para uma pessoa pode não ser adequado para outra.
  • Dermapen, skinbooster, harmonização facial e bioestimuladores estão entre os tratamentos mais procurados atualmente, cada um com mecanismo e indicação específicos.
  • Cuidados pós-procedimento fazem diferença real. Limpeza suave, hidratação reforçada e proteção solar rigorosa ajudam a pele a se recuperar e a manter os ganhos obtidos.

Como escolher um procedimento estético com segurança

Escolher um procedimento estético vai muito além de seguir tendências ou indicações de conhecidos. O que define uma boa escolha é a combinação entre a sua real necessidade, a orientação de um profissional capacitado e a sua disposição para seguir o protocolo de recuperação. A seguir, os três pilares que tornam essa decisão mais segura.


Avaliação com dermatologista

Antes de qualquer tratamento, a consulta dermatológica é inegociável. O dermatologista avalia o tipo de pele, identifica condições pré-existentes como rosácea, melasma ou tendência a queloides (cicatrizes elevadas que crescem além da área da lesão) e determina quais procedimentos são viáveis para o seu caso. Essa avaliação evita riscos desnecessários e garante que o tratamento escolhido realmente faça sentido para a sua queixa principal. Sem ela, você corre o risco de investir em algo que não é indicado ou que pode gerar efeitos indesejados.


Expectativas realistas de resultado

Procedimentos estéticos trazem melhorias, mas raramente eliminam completamente uma queixa. Linhas finas podem suavizar, a textura pode ficar mais uniforme e a pele pode ganhar firmeza, mas tudo isso acontece de forma gradual e dentro de limites biológicos. Desconfie de promessas de transformação imediata. A maioria dos tratamentos exige mais de uma sessão e os resultados finais costumam aparecer semanas ou até meses depois, conforme a pele passa pelo processo de reparação e estímulo de colágeno (a proteína estrutural que dá sustentação e firmeza à pele).

Procedimentos estéticos doem muito?
A intensidade do desconforto varia conforme o tipo de tratamento. A maioria dos procedimentos em consultório utiliza anestésico tópico antes da aplicação, o que torna a experiência tolerável para grande parte das pessoas. O dermatologista pode ajustar a técnica e os cuidados de acordo com a sua sensibilidade.

Cuidados com recuperação da pele

A recuperação é parte do tratamento. Muitos procedimentos causam vermelhidão, sensibilidade ou descamação temporária, e isso faz parte do processo de regeneração. Nesse período, a pele precisa de produtos suaves e de uma barreira cutânea (o "escudo" natural que segura a água e protege contra agressões externas) fortalecida. Ignorar o pós-procedimento é um dos erros mais comuns e pode comprometer todo o resultado. Mais adiante, você encontra uma rotina de cuidados específica para essa fase.


1. Dermapen (microagulhamento)

O dermapen é um dos procedimentos estéticos mais conhecidos para quem busca melhorar a textura da pele. Apesar de o nome parecer intimidador, o princípio por trás dele é relativamente simples e já acumula bastante evidência clínica. Conheça como funciona e para quem costuma ser mais indicado.


Como funciona o tratamento

O dermapen é um dispositivo com microagulhas que criam perfurações controladas na superfície da pele. Essas microperfurações ativam a resposta natural de cicatrização do organismo, estimulando a produção de colágeno e elastina (a proteína que dá elasticidade à pele, como uma "mola" que permite que ela volte ao lugar). O procedimento é feito em consultório, com anestésico tópico, e a profundidade das agulhas é ajustada de acordo com a região tratada e a queixa do paciente.

É um tratamento que costuma exigir de três a cinco sessões, com intervalos de quatro a seis semanas entre elas. Os primeiros sinais de melhora geralmente aparecem após a segunda sessão, quando o novo colágeno começa a se organizar na pele.


Para quem é indicado

O microagulhamento com dermapen costuma ser indicado para cicatrizes de acne, poros dilatados, linhas finas e melhora geral da textura da pele. Também pode ser associado a ativos como vitamina C e ácido hialurônico (substância que a própria pele produz e que funciona como uma "esponja" que retém água) para potencializar a absorção. Não é recomendado para peles com acne ativa, infecções cutâneas ou uso recente de isotretinoína. O dermatologista é quem avalia essas contraindicações.


2. Skinbooster

Se a sua queixa principal é pele opaca, ressecada por dentro ou com aquela sensação de que perdeu o viço, o skinbooster pode ser uma opção a considerar. Diferente de preenchimentos que alteram o volume, esse procedimento foca na qualidade da pele como um todo.


Hidratação profunda da pele

O skinbooster consiste em microinjeções de ácido hialurônico de baixa densidade diretamente na derme (a camada intermediária da pele, que fica abaixo da superfície visível). Em vez de preencher ou levantar estruturas, ele atua como um reservatório de hidratação de dentro para fora. O resultado é uma pele com aspecto mais luminoso, mais macia e com melhor elasticidade, sem alterar os traços do rosto.

O protocolo geralmente envolve de duas a três sessões iniciais, com intervalos de duas a quatro semanas, seguidas de sessões de manutenção a cada quatro ou seis meses, dependendo da resposta individual.

Skinbooster e preenchimento são a mesma coisa?
Não. O preenchimento usa ácido hialurônico de alta densidade para criar volume ou contorno em áreas específicas. Já o skinbooster usa um ácido hialurônico mais fluido, distribuído por toda a face, com o objetivo de hidratar a pele por dentro e melhorar sua qualidade global, sem alterar o formato do rosto.

Resultados esperados

Os primeiros sinais de melhora costumam ser percebidos entre uma e duas semanas após a primeira sessão, com a pele mostrando mais brilho e maciez ao toque. O resultado pleno, porém, se constrói ao longo das sessões e depende diretamente dos cuidados diários com hidratação e proteção solar. Quem mantém uma rotina consistente de skincare tende a perceber resultados mais duradouros.


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3. Harmonização facial

A harmonização facial é um dos termos mais buscados quando o assunto é procedimento estético, mas também é um dos que geram mais dúvidas. Na prática, não se trata de um único tratamento, mas de um conjunto de procedimentos combinados com o objetivo de equilibrar proporções e traços do rosto.


Procedimentos mais comuns

Dentro da harmonização facial, os tratamentos mais frequentes incluem o preenchimento com ácido hialurônico (para adicionar volume em áreas como lábios, malar e mandíbula), a toxina botulínica (que relaxa a musculatura responsável pelas rugas de expressão, como as linhas da testa e os "pés de galinha") e os bioestimuladores de colágeno, sobre os quais falaremos em mais detalhes adiante. O plano de tratamento é totalmente personalizado. Não existe uma fórmula única de harmonização, porque cada rosto tem proporções e necessidades diferentes.


Cuidados antes e depois

Antes de uma harmonização facial, o dermatologista geralmente orienta a suspensão temporária de anti-inflamatórios e suplementos que aumentem o risco de hematomas, como ômega 3 e vitamina E em doses elevadas. Após o procedimento, é comum haver edema (inchaço temporário) e eventualmente pequenas equimoses (marcas arroxeadas causadas por extravasamento de sangue em vasos superficiais) que desaparecem em poucos dias.

Nos dias seguintes, evitar exposição solar intensa, atividade física vigorosa e calor excessivo ajuda a reduzir o inchaço e favorece a recuperação. A hidratação reforçada e a fotoproteção rigorosa são fundamentais nessa fase, e serão detalhadas mais adiante.


4. Bioestimuladores de colágeno

Se os preenchimentos repõem volume de forma imediata, os bioestimuladores de colágeno trabalham de outro jeito: eles "convocam" o próprio organismo a produzir novo colágeno ao longo do tempo. São procedimentos estéticos voltados para quem busca melhora na firmeza e na qualidade da pele, com resultados que se constroem gradualmente. Os dois mais conhecidos no mercado são o Sculptra e o Radiesse.


Sculptra

O Sculptra é um bioestimulador à base de ácido poli-L-láctico (PLLA), uma substância biocompatível e biodegradável que, ao ser injetada na derme profunda, gera uma resposta inflamatória controlada. Essa resposta estimula os fibroblastos (as células responsáveis por fabricar colágeno) a produzirem novas fibras de sustentação. O resultado não é imediato. Ele se desenvolve ao longo de semanas a meses, à medida que o colágeno novo vai sendo depositado.

O protocolo costuma incluir de duas a quatro sessões, com intervalos de 30 a 45 dias. O efeito final pode durar cerca de dois anos, dependendo de fatores individuais como idade, qualidade da pele e hábitos de vida.


Radiesse

O Radiesse é composto por hidroxiapatita de cálcio (CaHA), outro material biocompatível que funciona em duas frentes. Na aplicação, o gel oferece um efeito volumizador imediato. Ao longo das semanas seguintes, as microesferas de CaHA estimulam a neocolagênese (formação de colágeno novo, como se a pele estivesse "reconstruindo" suas fundações). Quando o produto é gradualmente absorvido, o que permanece é o colágeno produzido pelo próprio organismo.

É bastante utilizado em áreas como mandíbula, malar e mãos, mas também pode ser aplicado de forma mais diluída para melhora global da qualidade da pele, técnica conhecida como Radiesse diluído.

Qual a diferença entre Sculptra e Radiesse?
Ambos são bioestimuladores de colágeno, mas usam substâncias diferentes. O Sculptra (ácido poli-L-láctico) tem resultado mais progressivo e é focado exclusivamente em estímulo de colágeno. O Radiesse (hidroxiapatita de cálcio) combina um efeito volumizador imediato com bioestimulação ao longo do tempo. A escolha entre eles depende da avaliação do dermatologista.

5. Tecnologias de estímulo dérmico

Além das injeções, existe uma categoria de procedimentos estéticos que utiliza energia — como radiofrequência, ultrassom microfocado e laser — para estimular a pele sem a necessidade de agulhas. São tecnologias que atuam aquecendo camadas específicas da derme, provocando contração das fibras de colágeno existentes e estimulando a produção de fibras novas ao longo do tempo.


Procedimentos para textura e firmeza da pele

Entre os tratamentos de estímulo dérmico mais procurados estão a radiofrequência microagulhada, o ultrassom microfocado (que atua em camadas profundas sem lesionar a superfície da pele) e os lasers fracionados, que criam microcolunas de calor para renovar a pele de dentro para fora. Esses procedimentos costumam ser indicados para flacidez leve a moderada, poros dilatados, textura irregular e linhas finas.

O número de sessões e a intensidade variam conforme a tecnologia escolhida e a condição da pele. Os resultados, assim como nos bioestimuladores, são progressivos. A recuperação depende do tipo de laser ou energia utilizada: alguns permitem retorno imediato às atividades, enquanto outros exigem alguns dias de cuidados mais intensivos, especialmente em relação à hidratação e à proteção contra a radiação ultravioleta.

Para quem investe nesses tratamentos, manter a pele bem cuidada entre as sessões potencializa os resultados. Um sérum como o A.G.E. Interrupter Ultra Serum da SkinCeuticals pode ser uma opção interessante nessa rotina de manutenção, já que atua no suporte à firmeza e na qualidade global da pele, ajudando a complementar o estímulo promovido pelos procedimentos em consultório. Vale conversar com o seu dermatologista sobre o melhor momento para incluí-lo na rotina.


Cuidados com a pele após procedimentos estéticos

Independentemente do tipo de tratamento que você fizer, o período pós-procedimento exige atenção redobrada. A pele está mais vulnerável, em processo ativo de recuperação, e os produtos que você usa nessa fase podem tanto ajudar quanto atrapalhar os resultados. Abaixo, os três pilares fundamentais do cuidado pós-tratamento estético.


Limpeza suave

Nos primeiros dias após qualquer procedimento estético, a pele precisa ser limpa sem atrito e sem ingredientes agressivos. Esfoliantes, ácidos e sabonetes com alta concentração de tensoativos devem ser deixados de lado temporariamente. O ideal é usar um produto de limpeza que remova impurezas sem comprometer a barreira cutânea, que já está fragilizada pelo tratamento.

A Loção de Limpeza Hidratante da CeraVe costuma ser uma boa aliada nesse momento. Ela limpa de forma suave enquanto ajuda a manter a hidratação da pele, graças à presença de ceramidas (lipídios que fazem parte da estrutura da barreira cutânea, como os "tijolos" que mantêm a parede firme). Não agride, não resseca e pode ser usada tanto no rosto quanto no corpo.


Hidratação da pele

A hidratação é provavelmente o cuidado mais importante após um tratamento em consultório. A pele em recuperação perde água transepidérmica (a água que evapora naturalmente através da pele) com mais facilidade, e repor essa hidratação acelera o processo de reparo e reduz o desconforto.

O Hyalu B5 Sérum da La Roche-Posay é uma opção que pode ajudar bastante nessa fase. Formulado com ácido hialurônico e vitamina B5 (pantenol, um ativo calmante que auxilia na regeneração da pele), ele oferece hidratação intensa e ajuda a reconstruir a barreira. Para quem prefere texturas mais leves, o Hyalu B5 Water Gel da La Roche-Posaytraz uma hidratação refrescante com toque aquoso, que absorve rapidamente e não pesa sobre a pele sensibilizada.

Dentro da mesma linha, existem outras opções que podem complementar a rotina de recuperação, como o Hyalu B5 Repair Creme Superativado, com concentração ainda mais potente de ativos reparadores. 


Fotoproteção diária

Se existe uma regra absoluta no pós-procedimento estético, é a proteção solar. A pele recém-tratada é mais suscetível a danos causados pela radiação ultravioleta, o que pode resultar em manchas, hiperpigmentação pós-inflamatória (escurecimento da pele que acontece como resposta a uma inflamação) e degradação precoce do colágeno recém-estimulado. Pular o protetor solar após um procedimento pode comprometer semanas de tratamento.

O La Roche-Posay Anthelios UVmune oferece proteção de amplo espectro, incluindo contra raios UVA longos (um tipo de radiação que penetra profundamente na pele e acelera o envelhecimento), e é uma escolha confiável para o dia a dia pós-procedimento. Outra opção é o La Roche-Posay Anthelios UVAir, com textura ultrafluid que facilita a aplicação e a reaplicação ao longo do dia, sem deixar a pele com acabamento esbranquiçado ou pesado.


Quando procurar dermatologista: antes de fazer qualquer procedimento

A resposta mais simples é: sempre. Mas existem situações em que essa consulta é ainda mais urgente.

Procure um dermatologista antes de qualquer procedimento estético se você: tem alguma condição de pele ativa, como acne inflamatória, rosácea, dermatite ou psoríase; está usando medicamentos que afetam a pele, como isotretinoína ou anticoagulantes; tem histórico de cicatrização problemática, como tendência a queloides ou cicatrizes hipertróficas; está grávida ou amamentando; ou simplesmente nunca fez uma avaliação dermatológica completa.

Mesmo que você não se encaixe em nenhuma dessas situações, a consulta continua sendo essencial. O dermatologista não apenas indica ou contraindica procedimentos, mas também orienta a ordem dos tratamentos, os intervalos adequados e a rotina de cuidados que vai potencializar cada resultado.

Como saber se o tratamento está funcionando? Os sinais variam conforme o procedimento, mas no geral, observe: melhora gradual na textura e luminosidade da pele entre duas e oito semanas após o início do protocolo; redução progressiva de linhas finas ou irregularidades ao toque; pele com aspecto mais firme e uniforme ao longo dos meses. Se após o número de sessões recomendado você não perceber nenhuma diferença, converse com o seu dermatologista para reavaliar a conduta.

Erros comuns ao fazer procedimentos estéticos

  • Não consultar um dermatologista antes. Escolher o procedimento por conta própria ou seguindo indicações genéricas pode levar a resultados insatisfatórios ou complicações.
  • Negligenciar o pós-procedimento. Achar que o resultado depende apenas do que acontece no consultório é um equívoco. Os cuidados em casa são parte essencial do tratamento.
  • Expor a pele ao sol sem proteção adequada. Esse é o erro com maior potencial de estrago, especialmente nos dias seguintes ao procedimento.
  • Fazer procedimentos com intervalos muito curtos. Não respeitar o tempo de recuperação da pele entre sessões pode causar sensibilização excessiva e prejudicar os resultados.
  • Esperar mudanças imediatas e definitivas. A maioria dos tratamentos estéticos entrega resultados progressivos e exige manutenção ao longo do tempo.

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