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Jovem de cabelo cacheado olhando para a camera de uma posicao mais acima com seus cabelos caindo em volta de seu rosto, indicando o poder de produtos de crescimento capilar.

Como fazer o cabelo crescer? Veja 12 dicas e truques!

Entenda o que afeta o crescimento capilar e veja 8 cuidados com base científica para fazer o cabelo crescer mais.
Creation Date: 16 abr 2021
Update Date: 12 jun 2026

Quem já tentou de tudo para acelerar o crescimento do cabelo sabe como é frustrante seguir conselhos contraditórios na internet e não ver resultado. A boa notícia é que a ciência já entende bem o ciclo capilar e os fatores que realmente influenciam o quanto — e com que velocidade — os fios crescem. Não existe fórmula mágica, mas existe uma série de cuidados com evidências concretas por trás. E é exatamente isso que este artigo do Dermaclub reúne.

Em resumo, o crescimento capilar depende de fatores como genética, saúde do couro cabeludo, nutrição e rotina de cuidados. Para estimulá-lo, é preciso combinar cuidados no folículo, redução de danos, hidratação e controle da queda. Os resultados são graduais e pedem consistência.

Por que o cabelo para de crescer?

O cabelo, na verdade, raramente "para de crescer" em condições saudáveis. O que acontece é que o ciclo capilar pode se desregular. Cada fio passa por três fases: a fase anágena (o período de crescimento ativo, que dura de 2 a 7 anos e em que o fio efetivamente alonga), a fase catágena (uma curta transição de 2 a 3 semanas, em que o crescimento cessa) e a fase telógena (o estágio de repouso e queda, com duração de 2 a 4 meses). Quando fatores externos ou internos encurtam a fase anágena ou prolongam a telógena, o resultado percebido é exatamente esse: a sensação de que o cabelo "travou".

Estresse elevado, deficiências de ferro, zinco, vitaminas do complexo B e proteínas, alterações hormonais, uso excessivo de calor, tração mecânica repetida e doenças autoimunes estão entre os principais gatilhos dessa desregulação. Identificar a causa é o primeiro passo antes de qualquer mudança na rotina — e em muitos casos, isso exige avaliação dermatológica.

Em poucas palavras

  • Crescimento capilar é… um processo cíclico e biológico — cada fio passa por fases de crescimento, transição e repouso, como uma lavoura que tem estações definidas.
  • O folículo piloso é… a "fábrica" do fio, instalada dentro do couro cabeludo. Quando ele enfraquece ou fica obstruído, o cabelo cresce mais fino e com menos velocidade.
  • Funciona assim: fatores como estresse, deficiência nutricional e danos ao couro cabeludo podem encurtar a fase ativa de crescimento e antecipar a queda dos fios.
  • A queda diária é normal: perder entre 50 e 100 fios por dia faz parte do ciclo saudável — o problema começa quando a reposição não acompanha a perda.
  • Genética define o teto: a velocidade e o volume máximo de crescimento têm base genética, mas hábitos e cuidados podem aproximar o cabelo do seu potencial real.
  • Quebra e queda são coisas diferentes: o cabelo pode crescer normalmente na raiz e ainda assim parecer parado, se estiver quebrando no meio do comprimento na mesma velocidade.

Quanto o cabelo cresce por mês?

Em média, o cabelo cresce entre 1 e 1,5 centímetro por mês, o que equivale a cerca de 12 a 15 centímetros por ano em condições saudáveis. Essa taxa pode variar bastante entre pessoas, dependendo de genética, faixa etária, estado nutricional e saúde do couro cabeludo. Cabelos mais finos ou fragilizados tendem a parecer crescer menos — não porque a produção do fio seja menor, mas porque a quebra ao longo do comprimento "desconta" o que foi produzido na raiz.

Isso explica por que duas pessoas com a mesma taxa de crescimento podem ter percepções completamente diferentes sobre o comprimento dos seus cabelos. Reduzir a quebra é tão importante quanto estimular o crescimento na raiz. O comprimento visível é resultado dos dois lados da equação, e ignorar a preservação da fibra torna qualquer esforço de estimulação menos eficaz.

Quanto tempo leva para o cabelo crescer 10 cm?
Em média, o cabelo cresce entre 1 e 1,5 cm por mês. Para alcançar 10 cm de comprimento novo, são necessários entre 7 e 10 meses de crescimento saudável e sem quebra excessiva.

O papel do Colágeno 17 no crescimento capilar

O Colágeno 17 — também chamado de COL17A1 — é uma proteína estrutural presente na junção entre a epiderme e a derme do couro cabeludo, com função direta na ancoragem do folículo piloso ao tecido que o sustenta. Pense nele como as "raízes da raiz": sem ele, o folículo perde fixação e o fio fica mais suscetível à miniaturização (o processo pelo qual o fio vai ficando progressivamente mais fino até deixar de crescer) e à queda precoce.

Pesquisas científicas têm demonstrado que os níveis de Colágeno 17 diminuem com o envelhecimento e com danos acumulados ao couro cabeludo. Quando isso acontece, as células-tronco do folículo piloso — as células responsáveis pela renovação contínua do fio, que agem como uma "equipe de manutenção permanente" instalada na raiz — perdem parte de seu suporte estrutural e passam a funcionar com menos eficiência. O resultado prático é um cabelo mais fraco, mais fino e com ritmo de crescimento comprometido.

Formulações com peptídeos pró-colágeno (moléculas que estimulam a síntese de Colágeno 17 pelo próprio couro cabeludo) têm mostrado resultados promissores em estudos clínicos. Essa é a proposta da linha Dercos Collagen Repair 17 da Vichy, que combina Palmitoyl Tripeptide-1 e Palmitoyl Tetrapeptide-7 para estimular essa proteína-chave, associados ao ácido cítrico para reparar a estrutura interna da fibra capilar.

O Colágeno 17 pode ser estimulado por produtos tópicos?
Sim. Peptídeos pró-colágeno aplicados topicamente podem estimular a produção de Colágeno 17 no couro cabeludo. Essa abordagem é diferente de ingerir colágeno — a ação é local, diretamente no folículo, sem depender da digestão.

8 cuidados científicos para acelerar o crescimento capilar

Não existe um único gesto que faça o cabelo crescer de forma isolada. O que funciona na prática é uma combinação de cuidados que atuam em diferentes frentes: estimular o folículo, nutrir a fibra, proteger contra danos e manter o couro cabeludo em equilíbrio. Os oito cuidados a seguir reúnem as abordagens com maior respaldo científico disponível. Nenhum deles promete resultado imediato, mas todos têm mecanismos de ação documentados e podem ser integrados à rotina de forma gradual e consistente.


1. Estimular o couro cabeludo com massagem

A automassagem capilar — realizada com as polpas dos dedos em movimentos circulares lentos e firmes sobre o couro cabeludo — é um dos cuidados com evidências mais acessíveis e diretas para o crescimento dos fios. Dois estudos clínicos japoneses publicados em 2019 confirmaram os benefícios: em um deles, participantes que realizaram massagens de 4 minutos por dia durante 24 semanas relataram fios visivelmente mais espessos e resistentes. No outro, 69% dos voluntários que massagearam a cabeça duas vezes ao dia relataram redução da queda e crescimento de novos fios.

O mecanismo é relativamente simples: a pressão mecânica melhora a circulação sanguínea local, o que aumenta o aporte de oxigênio e nutrientes até os folículos pilosos. A massagem também atua como uma esfoliação suave, ajudando a desobstruir folículos com excesso de sebo ou resíduo de produto. Para potencializar esse estímulo, aproveite o momento do banho para aplicar o shampoo com movimentos lentos e intencionais, em vez de esfregar rapidamente. O Dercos Energy+ Shampoo Estimulante da Vichy pode ser uma opção interessante nesse contexto: a fórmula combina Aminexil (uma molécula que previne o endurecimento do colágeno ao redor da raiz — processo que contribui para a queda precoce dos fios) com cafeína e vitaminas do complexo B para complementar o estímulo mecânico da massagem com ação direta no folículo.

Vale uma ressalva importante: a massagem capilar não é indicada para quem tem inflamações ativas no couro cabeludo, como psoríase ou dermatite seborreica em fase aguda, pois o atrito pode piorar a irritação.


2. Limpeza adequada com shampoo reparador

Um couro cabeludo com excesso de sebo, resíduo de produto ou inflamação crônica é um ambiente desfavorável para o crescimento dos fios. A limpeza regular com um shampoo adequado ao tipo de couro cabeludo remove esses obstáculos e permite que os folículos funcionem com mais eficiência. A frequência ideal varia: couro cabeludo oleoso pode precisar de lavagens diárias ou em dias alternados, enquanto cabelos secos ou quimicamente tratados costumam se beneficiar de lavagens menos frequentes — de 2 a 3 vezes por semana.

Um passo que costuma ser subestimado nessa etapa é a esfoliação capilar — o uso periódico de um shampoo ou produto esfoliante que remove o acúmulo de células mortas, sebo oxidado e resíduos que a limpeza convencional não elimina completamente. Assim como a pele do rosto precisa de esfoliação para manter os poros desobstruídos, o couro cabeludo se beneficia desse cuidado para garantir que os folículos estejam livres para produzir fios sem obstáculos. Essa prática não precisa ser diária — uma vez por semana ou a cada duas semanas costuma ser suficiente para a maioria dos tipos de couro cabeludo.

Para quem apresenta fios quebradiços, finos ou fragilizados — condições que "roubam" comprimento e criam a sensação de crescimento travado —, um shampoo com ação reparadora pode fazer diferença real na equação. O Dercos Collagen Repair 17 Shampoo da Vichy combina peptídeos pró-colágeno com ácido cítrico para reparar a estrutura interna do fio durante a lavagem, ajudando a reduzir a quebra que mascara o crescimento na raiz. Não substitui o tratamento de queda, mas atua diretamente na preservação do comprimento conquistado.


3. Condicionamento e reparação da fibra capilar

A cutícula do fio — a camada externa do cabelo, formada por escamas microscópicas que se abrem e fecham como telhas de um telhado — é a primeira linha de proteção da fibra. Quando está danificada por calor, química, atrito mecânico ou ressecamento, o fio perde água com facilidade, fica poroso, quebradiço e mais suscetível à quebra. Condicionar regularmente a fibra é fundamental para manter essa proteção ativa e reduzir a perda de comprimento.

Um bom condicionador não apenas suaviza o toque: ele sela a cutícula, reduz o coeficiente de atrito (a "resistência" que causa emaranhados e quebra ao pentear) e repõe lipídios e proteínas perdidos com os danos cotidianos. O Dercos Collagen Repair 17 Condicionador da Vichy segue a lógica da linha — com peptídeos pró-colágeno e ácido cítrico —, mas em uma formulação que prolonga o contato dos ativos com a fibra após o enxágue. Para quem tem histórico de quebra intensa, usar o condicionador em todas as lavagens tende a ser mais eficaz do que tratamentos pontuais espaçados.


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4. Sérum antiqueda no couro cabeludo

Os séruns capilares de uso tópico — aplicados diretamente no couro cabeludo, sem enxágue — representam uma das formas mais diretas de entregar ativos onde o crescimento acontece. Entre os ingredientes com maior evidência clínica nessa categoria estão o Aminexil, a cafeína, o minoxidil (em concentrações específicas e com indicação médica) e peptídeos estimulantes de folículos. A frequência e a forma de aplicação variam conforme o produto — seguir as instruções do fabricante ou a orientação do dermatologista é essencial para o resultado.

É importante distinguir séruns de uso cosmético de tratamentos médicos: um sérum com cafeína ou aminexil pode ajudar a fortalecer fios enfraquecidos e reduzir a queda difusa cotidiana, mas não substitui o tratamento prescrito para casos de alopecia diagnosticada. Para saber o que se aplica ao seu caso, a avaliação dermatológica é o caminho mais seguro e eficiente.

Sérum capilar realmente ajuda o cabelo a crescer?
Séruns capilares com ativos como aminexil e cafeína ajudam a reduzir a queda e a fortalecer os fios, o que contribui indiretamente para o crescimento visível. Para casos de alopecia diagnosticada, o tratamento médico é necessário e insubstituível.

5. Nutrição: vitaminas e minerais essenciais

O folículo piloso é um dos tecidos de maior atividade metabólica do corpo — ele consome bastante energia e nutrientes para produzir fios continuamente. Deficiências de ferro, zinco, biotina (vitamina B7, essencial para a queratinização — o processo de formação da proteína que compõe o fio), vitaminas do complexo B, vitamina D e proteínas estão entre as causas mais comuns de queda difusa e crescimento lento. Em muitos casos, corrigir a deficiência já é suficiente para restaurar o crescimento ao padrão normal.

No entanto, suplementação sem diagnóstico pode ser ineficaz ou até contraproducente — excesso de vitamina A, por exemplo, está associado justamente à queda capilar. Antes de incluir qualquer suplemento na rotina, vale realizar exames de sangue para identificar se há de fato alguma deficiência e corrigi-la com orientação médica. Uma alimentação variada, com boa ingestão de proteínas, vegetais folhosos, oleaginosas e alimentos ricos em ferro, já forma uma base nutricional sólida para a saúde dos fios sem necessidade de suplementação adicional na maioria dos casos.


6. Evitar calor excessivo e danos mecânicos

O uso frequente de chapinha, secador em temperatura alta, escova progressiva e colorações repetidas degrada a estrutura interna da fibra capilar ao longo do tempo. Isso não impede o crescimento na raiz, mas aumenta significativamente a quebra ao longo do comprimento — o que cria a impressão de que o cabelo não avança, quando na verdade ele cresce e quebra na mesma proporção. Reduzir a temperatura das ferramentas térmicas e usar protetor térmico (produto que forma uma barreira protetora sobre a cutícula antes da exposição ao calor) são os primeiros ajustes a fazer.

Além do calor, alguns hábitos mecânicos do dia a dia causam danos silenciosos que comprometem o comprimento conquistado. Elásticos e acessórios apertados — especialmente os de metal ou com costura saliente — exercem tração repetida sobre o fio no ponto de contato, criando pontos de quebra frequentes. Optar por elásticos de tecido macio e evitar prender o cabelo sempre no mesmo lugar já reduz consideravelmente esse tipo de dano. Da mesma forma, desembaraçar o cabelo antes de dormir evita que emaranhados formados durante a noite sejam desfeitos com força pela manhã — quando a fibra está mais seca e suscetível à quebra. Usar uma fronha de cetim ou seda também pode ajudar a reduzir o atrito noturno.

Por fim, aparar as pontas regularmente — a cada 2 a 3 meses, ou conforme a necessidade — é um cuidado que impacta diretamente a retenção de comprimento. As pontas duplas (ou bifurcadas) não se "curam" com produtos: elas continuam abrindo ao longo do fio até serem removidas. Quando não são aparadas, esse dano sobe pelo comprimento e aumenta a quebra em regiões cada vez mais próximas da raiz. O corte não acelera o crescimento na raiz, mas preserva o comprimento que o crescimento já produziu.


7. Gerenciamento do estresse

O estresse crônico — aquele estado de alerta prolongado do organismo, com elevação contínua do cortisol (hormônio do estresse) — é um dos gatilhos mais conhecidos do eflúvio telógeno. Esse é o nome dado à condição em que um número maior de fios do que o normal entra na fase de queda ao mesmo tempo, resultando em perda difusa e temporária. A queda costuma aparecer de 2 a 4 meses após o evento estressante, o que dificulta a associação causa-efeito e leva muita gente a buscar outras explicações.

A boa notícia é que o eflúvio telógeno é reversível na grande maioria dos casos quando a causa é identificada e controlada. Práticas regulares de gerenciamento do estresse — como exercício físico, sono de qualidade e técnicas de respiração — têm respaldo na literatura para a saúde geral e podem indiretamente beneficiar o ciclo capilar. Não se trata de eliminar o estresse por completo, mas de impedir que ele se torne crônico sem nenhum tipo de manejo.


8. Acompanhamento dermatológico

Nenhum produto ou hábito substitui o diagnóstico correto. Existem diferentes tipos de queda capilar — alopecia androgenética (a perda de cabelo de origem hormonal e genética, que afeta tanto homens quanto mulheres), alopecia areata (perda em placas, de origem autoimune), eflúvio telógeno e outras condições —, e cada uma exige um tratamento específico. Usar o produto errado para o tipo de queda errado não apenas não resolve: pode atrasar o tratamento adequado por meses ou anos.

Se a queda está acima do esperado, se há rarefação visível em áreas específicas ou se a rotina foi otimizada e não houve melhora em 3 meses, é hora de consultar um dermatologista. A avaliação pode incluir exames de sangue, tricoscopia (exame que analisa o couro cabeludo e os folículos com ampliação, de forma não invasiva) e anamnese detalhada para identificar a causa real do problema e indicar o caminho mais eficaz.


Erros comuns no cuidado com o crescimento capilar — e como corrigir

  • Trocar de produto com frequência antes de ver resultado. O ciclo capilar é lento: qualquer intervenção precisa de pelo menos 8 a 12 semanas de uso consistente antes de ser avaliada com justiça. Mudar de produto antes desse prazo impede qualquer análise real.
  • Confundir queda com quebra. Queda acontece na raiz; quebra acontece no meio do fio. O tratamento para cada uma é diferente. Observar onde os fios se rompem ajuda a entender o problema real.
  • Usar produtos para queda sem diagnóstico. Nem toda queda tem a mesma causa. Usar um shampoo antiqueda para um caso de alopecia androgenética avançada, por exemplo, não vai substituir o tratamento médico necessário.
  • Ignorar a proteção térmica. Aplicar calor diretamente no fio sem barreira protetora acelera o dano à cutícula e aumenta a quebra — comprometendo o comprimento que estava sendo conquistado.
  • Esperar resultados rápidos e desistir cedo. Crescimento capilar é um processo que se mede em meses, não em semanas. A consistência é o fator que mais diferencia quem vê resultado de quem não vê.

Quando procurar um dermatologista para queda de cabelo

A queda de cabelo faz parte do ciclo natural — perder entre 50 e 100 fios por dia é considerado dentro da normalidade. O sinal de alerta aparece quando essa quantidade aumenta de forma perceptível e persistente, quando surgem áreas de rarefação visível no couro cabeludo, quando os fios ficam progressivamente mais finos ao longo do tempo ou quando a queda não melhora após 3 meses de rotina otimizada.

Outros gatilhos que merecem atenção profissional incluem:

  • Queda que começou 2 a 4 meses após um período de estresse intenso, doença, cirurgia ou parto — possível indicativo de eflúvio telógeno.
  • Coceira, vermelhidão ou descamação persistente no couro cabeludo, que podem indicar dermatite seborreica ou psoríase.
  • Histórico familiar de calvície com sinais surgindo mais cedo do que o esperado.
  • Queda associada a outros sintomas como cansaço excessivo, unhas quebradiças ou irregularidades menstruais — possíveis sinais de deficiências nutricionais ou disfunções hormonais.

O dermatologista é o profissional habilitado para diagnosticar a causa e indicar o tratamento adequado, que pode incluir desde ajustes na rotina e suplementação até medicamentos tópicos ou orais, dependendo do caso. Chegar cedo ao diagnóstico tende a ampliar as opções de tratamento disponíveis.


Perguntas frequentes sobre crescimento capilar

Cortar o cabelo faz ele crescer mais rápido? Não diretamente. O crescimento ocorre na raiz, não nas pontas. O que o corte regular faz é eliminar as pontas duplas e fragilizadas, que — se não removidas — continuam abrindo pelo fio e aumentam a quebra, dando a impressão de que o cabelo cresce mais depois do corte.

O cabelo cresce mais rápido de noite? Estudos sugerem que o folículo capilar tem atividade ligeiramente maior durante o sono, seguindo ritmos circadianos (variações biológicas ao longo de 24 horas). Na prática, a diferença não é significativa — o que impacta mais é a qualidade do sono como fator regulador do estresse e dos hormônios que influenciam o ciclo capilar.

Óleos capilares ajudam o cabelo a crescer? Alguns óleos, como o de rícino e o de coco, têm evidências limitadas mas positivas para a saúde da fibra e a retenção de comprimento. Eles não estimulam diretamente o folículo, mas podem reduzir a quebra e melhorar a hidratação da fibra — o que contribui para o crescimento visível ao longo do tempo.

Como saber se a rotina capilar está funcionando? Os sinais mais realistas incluem: menos fios no ralo durante o banho, fios novos visíveis ao longo do comprimento ou na linha frontal, textura mais resistente ao pentear e menos pontas duplas. Fotografar o cabelo mensalmente, em condições de luz semelhantes, é uma forma prática e confiável de acompanhar a evolução. Os primeiros sinais costumam aparecer entre 4 e 8 semanas de uso consistente; a diferença visível no comprimento, entre 3 e 6 meses.

Posso usar shampoo antiqueda e shampoo reparador ao mesmo tempo? Em muitos casos, sim. As necessidades do couro cabeludo e da fibra são diferentes, e produtos que atuam no folículo não necessariamente competem com os que atuam na fibra. Para entender qual combinação faz mais sentido para o seu caso específico, vale conversar com um dermatologista ou farmacêutico.


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