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Homem grisalho com barba branca aplica creme no rosto enquanto se olha no espelho, em um ambiente iluminado pela luz natural. Ele aparece sem camisa e possui tatuagens nos bracos.

Perda de colágeno: os sinais na pele, causas e como tratar

Entenda o que causa a perda de colágeno, quais sinais aparecem na pele e quais ativos ajudam a estimular sua produção.
Creation Date: 07 jul 2026
Update Date: 07 jul 2026

Existe uma proteína trabalhando em silêncio por baixo da sua pele desde que você nasceu — e ela começa a perder força bem antes do que a maioria das pessoas imagina. É o colágeno, e sua queda gradual é a explicação por trás de boa parte das mudanças que aparecem no espelho com o passar dos anos. Neste guia, o Dermaclub explica o que causa essa perda, como reconhecer os sinais e o que realmente ajuda a desacelerar o processo.

Resumo: O colágeno da pele é a proteína responsável por sua firmeza e elasticidade. Sua produção começa a cair a partir dos 25 anos, a uma taxa aproximada de 1% ao ano. Com o tempo, exposição solar, tabagismo e alimentação inadequada aceleram esse processo, tornando os sinais visíveis mais cedo. Estratégias que vão da fotoproteção diária a ativos como retinol e peptídeos ajudam a desacelerar e tratar esse processo.

O que é colágeno e qual sua função na pele?

O colágeno é a proteína mais abundante do organismo humano, e a pele é o maior repositório dessa substância no corpo. Ele forma uma espécie de "malha de suporte" na derme, a camada intermediária da pele, localizada abaixo da epiderme que você enxerga, dando estrutura, firmeza e resistência ao tecido. Sem colágeno em quantidade e qualidade adequadas, a pele perde o que os dermatologistas chamam de "sustentação estrutural", o que se traduz em flacidez, rugas e perda de contorno.

O colágeno não trabalha sozinho. Ele atua em parceria com a elastina (as fibras que permitem que a pele se estique e volte ao lugar, como um elástico novo) e com o ácido hialurônico (uma molécula que retém água, mantendo a pele hidratada e volumosa). O envelhecimento afeta todos esses componentes, mas a queda do colágeno costuma ser o gatilho mais visível das mudanças estruturais da pele madura.

Vale saber que existem mais de 28 tipos de colágeno no organismo. Na pele, os tipos I e III são os mais relevantes: o tipo I é o principal responsável pela firmeza; o tipo III está mais relacionado à elasticidade e aparece em maior proporção na pele mais jovem. Com o envelhecimento, ambos diminuem, mas a queda do tipo I costuma ter impacto visual mais expressivo.

Em poucas palavras

  • Colágeno é a "armação" da pele: ele forma uma rede de fibras que sustenta o tecido de dentro para fora. Quando essa rede enfraquece, a pele cede.
  • A produção é natural, mas decrescente: o corpo fabrica colágeno continuamente, porém em ritmo reduzido a partir dos 25 anos, a cerca de 1% ao ano.
  • Não é só questão estética: a perda de colágeno afeta a função de barreira da pele, sua capacidade de cicatrização e sua resposta ao estresse ambiental.
  • Glicação compromete a qualidade: mesmo quando o colágeno ainda está presente em quantidade, o excesso de açúcar pode torná-lo rígido e quebradiço, o que piora os sinais de envelhecimento.
  • É possível desacelerar, não pausar: o envelhecimento do colágeno é inevitável, mas hábitos consistentes e ingredientes ativos específicos podem reduzir significativamente a velocidade da perda.

Colágeno e elastina são a mesma coisa?
Não. Colágeno fornece firmeza e estrutura; elastina garante elasticidade. São fibras diferentes, mas trabalham juntas na sustentação da pele. A perda de colágeno costuma se tornar aparente antes, pois sua degradação é mais rápida ao longo do envelhecimento.

A partir de quando começa a perda de colágeno?

A queda na produção de colágeno começa, em média, por volta dos 25 anos, ainda que os primeiros sinais visíveis raramente apareçam tão cedo. A redução é de aproximadamente 1% ao ano de forma progressiva e silenciosa. É somente quando esse acúmulo atinge um limiar perceptível, geralmente entre os 35 e os 45 anos, que a maioria das pessoas nota mudanças concretas na aparência da pele.

Em mulheres, o período pós-menopausa acelera o processo de forma significativa. Pesquisas indicam que nos primeiros cinco anos após a menopausa, a pele pode perder até 30% do seu colágeno, devido à queda brusca dos níveis de estrogênio, hormônio que tem papel ativo na regulação da síntese de colágeno. Esse é um dos motivos pelos quais as mudanças parecem acontecer "de repente" para muitas mulheres nessa fase, mesmo com uma rotina de cuidados já estabelecida.

Em homens, a perda também ocorre, porém de forma mais gradual e menos acentuada, já que os hormônios masculinos não sofrem queda tão abrupta com a idade. Isso não significa que homens estejam protegidos do fotoenvelhecimento ou da degradação por fatores externos, apenas que o ritmo da perda intrínseca costuma ser diferente.


Quais são os sinais da perda de colágeno na pele?

A perda de colágeno não acontece de forma isolada, por isso os sinais que ela provoca costumam aparecer em conjunto, refletindo uma mudança estrutural mais ampla na pele. Reconhecer esses sinais ajuda a agir de forma mais informada, seja na escolha de ingredientes ativos, seja na decisão de buscar uma avaliação dermatológica.

Os sinais mais comuns incluem flacidez progressiva, especialmente nas regiões do rosto, pescoço, colo e braços. A pele parece menos "ancorada", como se a estrutura interna tivesse afrouxado. Junto a isso, o aprofundamento das rugas estáticas (aquelas que permanecem marcadas mesmo quando o rosto está em repouso) é outro sinal frequente, especialmente nos sulcos nasolabiais (as linhas que vão do nariz à comissura dos lábios) e nas linhas ao redor dos olhos.

A perda de volume e contorno facial também é uma manifestação comum, com a sensação de que o rosto perdeu definição na região malar (maçãs do rosto) e na linha da mandíbula. Pele com textura mais áspera, poros aparentemente mais dilatados e cicatrização mais lenta completam o quadro. Os poros parecem maiores porque o "andaime" de colágeno que sustentava a estrutura em torno deles enfraqueceu, fazendo-os parecer menos comprimidos.

Flacidez é sempre sinal de perda de colágeno?
Em grande parte, sim. A flacidez cutânea está diretamente ligada à redução das fibras colágenas na derme. Porém, ela também pode ser influenciada pela perda de gordura subcutânea e pela deterioração das fibras de elastina. Uma avaliação dermatológica ajuda a identificar o fator predominante em cada caso.

O que causa a perda de colágeno?

A degradação do colágeno é multifatorial, ou seja, resulta da combinação de vários fatores ao longo do tempo. Entender cada um deles é útil para saber onde é possível intervir com hábitos e com o cuidado com a pele.

O envelhecimento intrínseco (cronológico) é o processo natural e inevitável. Com o passar dos anos, os fibroblastos (as células "fabricantes" de colágeno, localizadas na derme) reduzem sua atividade e passam a produzir fibras de menor qualidade. Esse processo não tem como ser revertido por completo, mas pode ser modulado com ingredientes que reativam essas células.

O fotoenvelhecimento, causado pela exposição à radiação UV sem proteção adequada, é provavelmente o fator externo mais destrutivo para o colágeno da pele. A radiação UV ativa enzimas chamadas metaloproteinases de matriz (MMPs), que funcionam como "tesouras moleculares" capazes de degradar fibras existentes e inibir a síntese de novas. Estudos indicam que o fotoenvelhecimento pode ser responsável por até 80% das mudanças visíveis do envelhecimento cutâneo. Ou seja, grande parte dos sinais que atribuímos ao "passar dos anos" é, na verdade, acúmulo de dano solar.

A glicação é um processo menos comentado, mas igualmente relevante. Acontece quando moléculas de açúcar se ligam às proteínas do organismo, incluindo o colágeno, tornando as fibras rígidas e quebradiças em vez de flexíveis. O resultado são os AGEs (produtos finais de glicação avançada, uma espécie de "enferrujamento" das proteínas), que comprometem a qualidade estrutural do colágeno mesmo sem reduzi-lo necessariamente em quantidade. Dietas ricas em açúcar e ultraprocessados amplificam esse processo.

O tabagismo reduz o aporte de oxigênio e nutrientes para os tecidos cutâneos e gera radicais livres (moléculas instáveis que "atacam" as fibras de colágeno e aceleram sua degradação). Não à toa, fumantes costumam apresentar sinais de envelhecimento cutâneo mais precoces e mais pronunciados em comparação a não fumantes da mesma faixa etária.

Estresse crônico e privação de sono elevam os níveis de cortisol no organismo. O cortisol em excesso inibe a atividade dos fibroblastos e acelera a degradação das fibras existentes. O sono, por sua vez, é o momento de maior síntese de colágeno no corpo, o que explica por que a privação crônica impacta visivelmente a qualidade da pele ao longo do tempo. Outros fatores que contribuem para a perda acelerada incluem consumo excessivo de álcool, poluição ambiental e as variações hormonais associadas à menopausa.


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Como estimular a produção de colágeno na pele?

A ciência dermatológica avançou muito nas últimas décadas no entendimento dos mecanismos de síntese do colágeno, e isso se reflete em ingredientes cada vez mais eficazes disponíveis em produtos de uso domiciliar. A abordagem mais sólida combina proteção solar rigorosa, hidratação de qualidade, ingredientes que estimulam os fibroblastos e hábitos que evitam a degradação acelerada. Nenhum desses pilares substitui o outro.

Proteção solar diária: o passo inegociável

Nenhuma rotina de skincare voltada para a manutenção do colágeno faz sentido sem fotoproteção diária e consistente. Não importa se o dia está nublado ou se você passa a maior parte do tempo em ambientes fechados: a radiação UVA, responsável pelo fotoenvelhecimento, atravessa vidros e está presente mesmo em dias sem sol aparente. Cada dia sem protetor solar é uma oportunidade de degradação das fibras que o cuidado noturno não consegue compensar.

O Anthelios Age Correct FPS 50 da La Roche-Posay pode ser uma opção interessante para quem quer unir proteção solar de amplo espectro com cuidado antienvelhecimento no mesmo produto. Além do FPS 50, ele conta com ácido hialurônico fragmentado (que atua nas camadas superficiais da pele), LHA (um derivado do ácido salicílico que favorece a renovação celular) e niacinamida (que ajuda a uniformizar o tom e reduzir o aspecto poroso). O resultado é uma proteção que não apenas previne a degradação do colágeno, mas também contribui para a qualidade da pele ao longo do uso contínuo.

Hidratação como base para a síntese de colágeno

A pele bem hidratada cria um ambiente mais favorável para a atividade dos fibroblastos. O ácido hialurônico (uma molécula capaz de reter até mil vezes seu peso em água, funcionando como uma "esponja de hidratação" dentro da pele) é um dos ingredientes mais estudados nesse contexto. Ele não estimula diretamente o colágeno, mas mantém o microambiente dérmico em condições adequadas para sua síntese, além de dar volume e suavidade imediatos à pele.

A linha Hyalu B5 da La Roche-Posay oferece três formatos para atender a diferentes tipos de pele e diferentes momentos da rotina. O Hyalu B5 Sérum Superativado combina ácido hialurônico em dois pesos moleculares (um atua na superfície, outro penetra mais fundo), vitamina B5 para reparo da barreira cutânea e madecassoside, um extrato vegetal com ação reparadora que também demonstra capacidade de estimular a síntese de colágeno. É indicado para todos os tipos de pele e pode ser utilizado de manhã e à noite, antes do hidratante. O Hyalu B5 Creme Superativado tem textura mais rica e é uma opção para peles secas ou para uso noturno, quando a pele está mais receptiva à absorção de ativos. Já o Hyalu B5 Water Gel tem textura leve e acabamento dry-touch, sendo mais indicado para peles mistas e oleosas. Ele ainda conta com niacinamida e ácido salicílico, o que ajuda a controlar a oleosidade sem comprometer a hidratação.

Ingredientes com atuação direta na firmeza

Além da hidratação, alguns ingredientes têm evidência mais específica no estímulo à síntese de colágeno ou na proteção das fibras existentes contra a degradação. Eles costumam estar presentes em séruns e cremes de cuidado mais direcionado ao envelhecimento cutâneo.

A linha Liftactiv Collagen Specialist 16 da Vichy foi desenvolvida especificamente para peles com sinais de perda de colágeno, usando a tecnologia Co-Bonding — uma combinação de ramnose, peptídeos e extrato de maitake que potencializa todas as famílias de colágeno da pele. O Liftactiv Collagen Specialist 16 Sérum e o Liftactiv Collagen Specialist 16 creme oferecem essa mesma base de ativos em texturas diferentes, podendo ser usados de manhã ou à noite conforme a necessidade da pele. Para um cuidado mais imediato, o Collagel é um gel hidratante da mesma linha, com efeito lifting e glow visíveis desde a primeira aplicação — uma opção para quem quer somar um cuidado extra em dias de rotina mais corrida ou antes de um evento importante.

Para peles mais maduras, em que a perda de colágeno já é acompanhada por sinais de glicação, como tom amarelado, rigidez do tecido e perda de luminosidade, o A.G.E. Interrupter Ultra Serum da SkinCeuticals costuma ser recomendado por dermatologistas. Ele contém 34,6% de Flavo-Proxylane, uma combinação patenteada de Proxylane (que fortalece a matriz extracelular, o "tecido de suporte" que envolve as células da pele) com flavonoides de frutas silvestres de ação antioxidante, além de rhamnose e extrato de Gentiana Lutea. O produto aumenta a hidratação da pele em até 73% já na primeira hora de uso, e o uso contínuo por 12 semanas contribui para firmeza e elasticidade mais visíveis nas principais áreas de sustentação facial.

Hábitos de vida que fazem diferença real

O cuidado tópico é fundamental, mas atua de fora para dentro. Para que os fibroblastos trabalhem bem, eles precisam de condições internas favoráveis. Uma dieta com proteínas de qualidade fornece os aminoácidos essenciais (glicina, prolina e lisina) que o corpo usa como matéria-prima para sintetizar colágeno. A vitamina C, obtida por meio de alimentos ou suplementação orientada, é um cofator indispensável nesse processo. O controle do consumo de açúcar reduz a glicação. E o sono de qualidade não é opcional: é durante o repouso que a síntese de colágeno ocorre com maior intensidade.

Não fumar é uma das decisões mais impactantes que se pode tomar pela saúde do colágeno. O tabagismo compromete a circulação, reduz o oxigênio disponível para os fibroblastos e gera uma carga oxidativa que degrada as fibras muito mais rápido do que o envelhecimento natural jamais faria sozinho.

Como saber se os cuidados estão funcionando?

Essa é uma das perguntas mais comuns e a resposta exige paciência. O ciclo de renovação do colágeno é lento. Com ativos tópicos, resultados consistentes costumam aparecer entre 8 e 12 semanas de uso contínuo. Os primeiros sinais de melhora tendem a ser sutis: a pele parece mais hidratada, o tom mais uniforme e as linhas finas menos visíveis. A melhora na firmeza e a redução de rugas mais profundas levam mais tempo e, em alguns casos, precisam ser complementadas com procedimentos clínicos para serem mais expressivas.

Erros comuns no cuidado com o colágeno da pele

  • Esperar resultados rápidos de ativos tópicos. Séruns e cremes com peptídeos e vitamina C precisam de semanas para mostrar efeito. Abandonar o produto após poucos dias é um dos erros mais frequentes.
  • Negligenciar o protetor solar. Usar os melhores ativos de firmeza de manhã e sair sem proteção solar praticamente neutraliza o trabalho desses ingredientes ao longo do tempo.
  • Introduzir muitos ativos ao mesmo tempo. Sobrepor retinol, vitamina C, peptídeos e ácidos em uma mesma rotina sem orientação pode irritar a pele e comprometer a eficácia de cada um individualmente.
  • Confundir hidratação com cuidado anti-idade. Hidratantes fazem a pele parecer melhor a curto prazo, mas não estimulam colágeno por si só. O cuidado com a firmeza requer ingredientes específicos e com mecanismo de ação comprovado.
  • Ignorar pescoço e colo. A perda de colágeno acontece em toda a pele, não só no rosto. Pescoço e colo acumulam sinais frequentemente negligenciados nas rotinas de skincare.

Quando procurar um dermatologista?

Os cosméticos têm um alcance real, mas também um limite claro. Quando a flacidez já é visível em repouso, quando as rugas são profundas, quando há perda significativa de contorno facial ou quando os resultados com o cuidado tópico são insatisfatórios após meses de uso consistente, é o momento de buscar avaliação especializada. O dermatologista pode indicar procedimentos como bioestimuladores de colágeno injetáveis, lasers fracionados ou outras tecnologias que atuam em camadas mais profundas do que qualquer cosmético alcança.


Perguntas frequentes sobre colágeno da pele

Tomar colágeno oral ajuda a pele? A evidência científica ainda é debatida. Alguns estudos indicam que a suplementação com peptídeos de colágeno hidrolisado (colágeno fragmentado em partes menores, que o intestino consegue absorver) pode melhorar hidratação e elasticidade da pele. No entanto, os resultados variam entre os estudos e a suplementação não substitui os cuidados tópicos com proteção solar e ingredientes ativos específicos.

Cremes que contêm colágeno na fórmula estimulam o colágeno da pele? Não diretamente. A molécula de colágeno é grande demais para penetrar a pele e chegar à derme. O que faz diferença são ingredientes que estimulam os fibroblastos a produzir mais colágeno, como peptídeos pró-colágeno, vitamina C estável, retinoides e extratos vegetais com mecanismo de ação demonstrado em estudos.

Qual a diferença entre colágeno tipo I e tipo III? O colágeno tipo I é o mais abundante e o principal responsável pela firmeza da pele. O tipo III está mais relacionado à elasticidade e aparece em maior proporção na pele jovem. Com o envelhecimento, ambos diminuem, mas a queda do tipo I costuma ser mais expressiva em termos de impacto visual.

A alimentação realmente influencia o colágeno da pele? Sim. O organismo precisa de aminoácidos como glicina, prolina e lisina, além de cofatores como vitamina C e zinco, para sintetizar colágeno de qualidade. Uma dieta pobre nesses nutrientes ou rica em açúcar pode reduzir a produção e degradar as fibras existentes por meio da glicação.

Com que idade é recomendado começar a usar produtos voltados para colágeno? Não há uma idade exata, mas muitos dermatologistas sugerem incluir ativos preventivos como vitamina C e proteção solar antienvelhecimento a partir dos 25 anos. Ingredientes mais específicos, como peptídeos e retinoides, costumam ser indicados entre os 30 e os 35 anos, sempre com orientação profissional para adequação ao tipo de pele.


Cuidar do colágeno da pele é um processo de longo prazo, construído pela soma de hábitos consistentes, ingredientes certos e proteção diária. Quanto antes as decisões adequadas forem incorporadas à rotina, mais tranquilo e gradual tende a ser o processo de envelhecimento cutâneo. E, quando o cuidado faz parte da vida cotidiana, ele deixa de ser um esforço para se tornar simplesmente um hábito.

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