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fotos de alergia na pele que cocam

Alergia na pele que coça? Quais são as causas e tratamentos?

Confira o que a dermatologista explica sobre causas e as principais formas de tratamento.
Creation Date: 07 jan 2021
Update Date: 18 nov 2025

A alergia na pele que coça é um problema comum que afeta muitas pessoas, causando desconforto, vermelhidão e inchaço. Existem vários tipos de alergias de pele, cada um com suas características e causas específicas. Por isso, o Dermaclub, seu parceiro em cuidados com a pele, convida a dermatologista Camila Rosa para explicar os diferentes tipos de alergia na pele que coçam, suas causas, sintomas e opções de tratamento.

Lembre-se sempre de consultar um dermatologista para obter uma avaliação precisa e um plano de tratamento personalizado. Vamos mergulhar nesse tema e descobrir como lidar com a alergia na pele que coça! Confira!

Tipos de alergia na pele que coçam

A alergia na pele que coça pode se manifestar de diversas formas, cada uma com suas particularidades e causas específicas. Existem vários tipos de alergia na pele que podem causar coceira, vermelhidão, inchaço e desconforto. Cada um desses tipos de alergia possui características únicas em relação aos fatores desencadeantes, sintomas e abordagens terapêuticas.

Ao compreender melhor essas condições, você estará mais preparado para reconhecer os sinais e sintomas da alergia na pele que coça e buscar a orientação de um dermatologista quando necessário. O diagnóstico preciso e o tratamento adequado são essenciais para controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com alergias na pele.


Dermatite atópica ou eczema

A dermatite atópica, também conhecida como eczema atópico, é uma condição inflamatória crônica da pele que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracteriza-se por manchas vermelhas, coceira intensa e pele seca, podendo causar desconforto significativo e afetar a qualidade de vida dos indivíduos acometidos.

fotos de alergia na pele que coçam causada por dermatite atópica

A dermatite atópica é mais comum em crianças, geralmente começando na infância, mas pode persistir até a idade adulta ou mesmo aparecer pela primeira vez em adultos. Frequentemente, a dermatite atópica está associada a outras condições alérgicas, como asma e rinite alérgica, uma combinação conhecida como "tríade atópica".

Os fatores que contribuem para o desenvolvimento da dermatite atópica incluem:

  • Genética: Ter um histórico familiar de dermatite atópica, asma ou alergias aumenta o risco de desenvolver a condição.
  • Disfunção da barreira cutânea: Pessoas com dermatite atópica têm uma barreira cutânea comprometida, o que permite a perda de umidade e a entrada de alérgenos e irritantes na pele.
  • Fatores ambientais: Exposição a alérgenos, como ácaros da poeira, pelos de animais e pólen, bem como mudanças climáticas e baixa umidade, podem desencadear crises de dermatite atópica.
  • Fatores imunológicos: Alterações no sistema imunológico, como a produção excessiva de anticorpos IgE e a ativação de células inflamatórias, estão envolvidas na patogênese da dermatite atópica.

Os sintomas da dermatite atópica podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem:

  • Manchas vermelhas e pruriginosas na pele
  • Pele seca, descamativa e espessa
  • Coceira intensa, especialmente à noite
  • Lesões que podem se tornar crostosas ou com secreção clara devido à coceira
  • Distribuição característica das lesões, geralmente em dobras da pele (pescoço, cotovelos, joelhos) e face

O tratamento da dermatite atópica tem como objetivos controlar os sintomas, prevenir infecções secundárias e melhorar a qualidade de vida do paciente. As abordagens terapêuticas incluem hidratação da pele com o uso regular de hidratantes e emolientes, corticoides tópicos para reduzir a inflamação e a coceira durante as crises, inibidores da calcineurina tópicos para áreas delicadas, anti-histamínicos orais para aliviar a coceira, imunoterapia específica para alérgenos em casos selecionados e medicamentos imunossupressores sistêmicos para casos graves e refratários.

Além do tratamento medicamentoso, medidas preventivas, como evitar irritantes e alérgenos conhecidos, usar roupas macias e evitar banhos quentes e prolongados, podem ajudar a controlar os sintomas da dermatite atópica.


Dermatite de contato alérgica

A dermatite de contato alérgica é uma reação inflamatória da pele que ocorre quando o sistema imunológico reconhece uma substância específica como prejudicial, mesmo que ela não cause danos diretos à pele. Essa condição é diferente da dermatite de contato irritativa, que é causada por substâncias que irritam diretamente a pele.

A dermatite de contato alérgica ocorre em duas fases: a fase de sensibilização e a fase de elicitação. Na fase de sensibilização, a pele entra em contato com a substância alergênica, e o sistema imunológico cria uma memória específica para aquele alérgeno. Essa fase geralmente não causa sintomas visíveis. Na fase de elicitação, quando a pele entra em contato com a mesma substância novamente, o sistema imunológico desencadeia uma resposta inflamatória, causando os sintomas da dermatite de contato alérgica.

Diversas substâncias podem causar dermatite de contato alérgica, sendo algumas das mais comuns:

  • Metais, como níquel (presente em bijuterias e botões de roupas) e cobalto
  • Cosméticos e produtos de cuidados pessoais, como perfumes, conservantes e tinturas de cabelo
  • Plantas, como a hera venenosa e o carvalho venenoso
  • Medicamentos tópicos, como antibióticos e anestésicos locais
  • Borracha e adesivos, como o látex e o esparadrapo
  • Corantes têxteis e couro

Os sintomas da dermatite de contato alérgica geralmente aparecem de 12 a 72 horas após a exposição ao alérgeno e podem incluir:

  • Manchas vermelhas e pruriginosas na pele
  • Inchaço e sensibilidade no local afetado
  • Bolhas pequenas que podem se romper e formar crostas
  • Descamação e ressecamento da pele após a fase aguda

fotos de alergia na pele que coçam causada por dermatite de contato alérgica

O diagnóstico da dermatite de contato alérgica é feito através de uma combinação de histórico médico, exame físico e testes de contato (patch tests). Nesses testes, pequenas quantidades de substâncias suspeitas são aplicadas na pele e deixadas por 48 horas. A pele é então avaliada quanto a reações alérgicas.

O tratamento da dermatite de contato alérgica envolve principalmente a identificação e eliminar o contato com o alérgeno causador. Medidas para aliviar os sintomas incluem compressas frias, corticoides tópicos, anti-histamínicos orais e emolientes. Em casos graves ou disseminados, corticoides orais podem ser necessários por um curto período.

A prevenção da dermatite de contato alérgica envolve a identificação e o afastamento dos alérgenos conhecidos. Algumas medidas preventivas incluem:

  • Usar bijuterias e acessórios de materiais hipoalergênicos, como aço inoxidável ou ouro
  • Ler rótulos de cosméticos e produtos de cuidados pessoais, evitando aqueles com ingredientes alergênicos conhecidos
  • Usar luvas de proteção ao manusear produtos químicos e substâncias potencialmente alergênicas
  • Evitar o contato com plantas venenosas e usar roupas protetoras ao fazer atividades ao ar livre

Urticária

A urticária é um tipo comum de alergia na pele que coça e fica vermelho e inchado. Esta condição se manifesta através das urticas, que aparecem na pele. As urticas podem variar em tamanho e podem aparecer em qualquer parte do corpo, elas são saliências vermelhas e inchadas. Vamos explorar os diferentes tipos de urticária:

  • Urticária aguda: Este é o tipo mais comum de urticária. É geralmente causada por uma reação alérgica a alimentos, medicamentos ou picadas de insetos. Os sintomas geralmente desaparecem dentro de seis semanas.
  • Urticária crônica: Esta forma de urticária dura mais de seis semanas. As causas da urticária crônica são muitas vezes difíceis de identificar, mas podem incluir fatores como estresse, infecções e doenças autoimunes.
  • Urticária física: Este tipo de urticária é causado por um estímulo físico, como pressão, frio, calor, exercício ou exposição ao sol. Por exemplo, a urticária colinérgica é um tipo de urticária física que é desencadeada pelo suor ou calor.
  • Urticária vasculítica: Este é um tipo menos comum de urticária que é causado pela inflamação dos vasos sanguíneos. As urticas da urticária vasculítica são geralmente dolorosas e podem deixar uma mancha após a cura.

A dermatologista explica que essa alergia na pele que coça também pode ser classificada de acordo com o fator desencadeante: “Pode ser urticária induzida, quando o fator é identificado, como remédios, alimentos, infecções e estímulos físicos (calor, frio, sol, água, pressão), ou urticária espontânea, quando a doença ocorre sem uma causa identificada, também chamada de urticária idiopática”.

Cada tipo de urticária tem suas próprias características, o que torna importante o diagnóstico correto para um tratamento eficaz. Se você está sofrendo de alergia na pele que coça, consulte um dermatologista para obter orientação.

De acordo com Dra. Camila, as lesões da urticária podem sim deixar a pele vermelha e levemente inchada: “A urticária é uma doença de pele que se caracteriza por lesões avermelhadas e levemente inchadas, como vergões, que aparecem na pele e coçam muito. Os sintomas aparecem em surtos, podendo surgir em qualquer período do dia ou da noite, durando horas e desaparecendo em até 24 horas, sem deixar marcas na pele”.

fotos de alergia na pele que coçam causada por urticaria

A dermatologista explica que o ponto de partida para o tratamento deste tipo de alergia na pele é diagnosticar qual é o seu tipo de urticária, o que só pode ser feito com o acompanhamento de um especialista. “Para as urticárias agudas e induzidas, a medida principal é afastar a causa nos casos em que for possível, associando a um tratamento específico, geralmente com antialérgicos”, informa a profissional.

A médica afirma que a falta de acompanhamento médico especializado pode piorar a situação. “A automedicação pode atrapalhar o tratamento da urticária, doença que pode evoluir para quadros mais graves de angioedema e choque anafilático, podendo até ter risco de óbito”, finaliza a dermatologista.


Erupção por drogas

A erupção por drogas, também conhecida como erupção medicamentosa ou reação adversa a medicamentos, é uma condição na qual a pele desenvolve uma reação após a exposição a certos medicamentos. Essa reação pode variar desde manchas vermelhas e coceira leve até erupções cutâneas graves e potencialmente fatais.

As erupções por drogas podem ser classificadas em diferentes tipos, dependendo do mecanismo envolvido e das características clínicas. Alguns dos tipos mais comuns incluem:

  1. Exantema maculopapular: É o tipo mais comum de erupção por drogas, caracterizado por manchas vermelhas e elevadas (pápulas) que podem se espalhar pelo corpo. Geralmente aparece de 4 a 14 dias após o início do medicamento.
  2. Urticária: Caracteriza-se por manchas vermelhas, elevadas e pruriginosas que podem aparecer em qualquer parte do corpo. Pode ser acompanhada de inchaço (angioedema) e geralmente surge rapidamente após a exposição ao medicamento.
  3. Eritema multiforme: Manifesta-se como manchas vermelhas em forma de alvo, com um centro mais escuro. Pode ser desencadeado por medicamentos, mas também por infecções, especialmente o herpes simples.
  4. Pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA): É uma reação rara e grave, caracterizada por pústulas estéreis disseminadas pelo corpo, acompanhadas de febre e mal-estar. Geralmente ocorre poucos dias após o início do medicamento.
  5. Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET): São reações graves e potencialmente fatais, caracterizadas por bolhas e descamação extensas da pele, semelhantes a queimaduras. Podem afetar as membranas mucosas e levar a complicações sistêmicas.

Diversos medicamentos podem causar erupções cutâneas, sendo alguns dos mais comuns:

  • Antibióticos, como penicilinas, sulfonamidas e quinolonas
  • Anticonvulsivantes, como carbamazepina, fenitoína e lamotrigina
  • Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como ibuprofeno e diclofenaco
  • Alopurinol, usado no tratamento da gota
  • Inibidores da enzima conversora de angiotensina ou ECA, usados para tratar hipertensão e insuficiência cardíaca

O diagnóstico da erupção por drogas é baseado na história clínica, no exame físico e na relação temporal entre o início do medicamento e o aparecimento dos sintomas. Em alguns casos, testes cutâneos ou de provocação oral podem ser realizados para confirmar a suspeita.

O tratamento da erupção por drogas envolve a suspensão imediata do medicamento suspeito e medidas de suporte para aliviar os sintomas, como:

  • Anti-histamínicos orais para aliviar a coceira
  • Corticoides tópicos ou orais para reduzir a inflamação
  • Compressas frias para aliviar o desconforto e o prurido
  • Hidratação da pele com emolientes para prevenir a descamação excessiva

Em casos graves, como SSJ e NET, a hospitalização é necessária para cuidados de suporte, como controle da dor, prevenção de infecções e manejo de complicações sistêmicas.

Se você suspeita que está desenvolvendo uma erupção por drogas, interrompa o uso do medicamento e procure orientação médica. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações e garantir uma recuperação satisfatória.


Dermatite autoimune (pênfigo, penfigóide)

As dermatites autoimunes, como o pênfigo e o penfigóide, são um grupo de doenças cutâneas raras e graves, nas quais o sistema imunológico ataca as proteínas responsáveis pela adesão das células da pele, causando bolhas, lesões e coceira intensa. Essas condições podem afetar a pele e as membranas mucosas, como a boca e os olhos, e podem levar a complicações significativas se não forem tratadas adequadamente.

  1. Pênfigo: O pênfigo é um grupo de doenças autoimunes que causa a formação de bolhas e erosões na pele e nas membranas mucosas. Existem diferentes tipos de pênfigo, sendo os mais comuns:

    fotos de alergia na pele que coçam causadas por penfigo

    • a) Pênfigo vulgar: Caracteriza-se por bolhas flácidas que se rompem facilmente, deixando áreas erosivas e dolorosas. Afeta principalmente a pele e as membranas mucosas da boca.
    • b) Pênfigo foliáceo: Apresenta lesões mais superficiais, com descamação e crostas, geralmente na face, couro cabeludo e tronco. Não afeta as membranas mucosas.
  2. Penfigóide: O penfigóide é outro grupo de doenças autoimunes que causa a formação de bolhas na pele e, menos frequentemente, nas membranas mucosas. Os principais tipos de penfigóide incluem:
    • a) Penfigóide bolhoso: Caracteriza-se por bolhas tensas e pruriginosas, geralmente nos membros, tronco e abdômen. Pode afetar as membranas mucosas, mas é menos comum do que no pênfigo vulgar.
    • b) Penfigóide cicatricial: Afeta principalmente as membranas mucosas, como a boca, os olhos e a garganta, causando bolhas, erosões e cicatrizes que podem levar a complicações como cegueira e dificuldade para engolir.

As dermatites autoimunes são desencadeadas por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, mas a causa exata ainda não é completamente compreendida. Acredita-se que certas infecções, medicamentos e fatores de estresse possam desencadear a resposta autoimune em indivíduos geneticamente predispostos.

O tratamento das dermatites autoimunes visa controlar a resposta imunológica, prevenir a formação de novas bolhas e promover a cicatrização das lesões existentes.

As dermatites autoimunes são condições crônicas que requerem acompanhamento médico regular e tratamento a longo prazo. Com o manejo adequado, é possível controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, essas condições podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida, tanto física quanto emocionalmente.


Como tratar a alergia na pele que coça?

O tratamento para outras formas de alergia na pele que coça depende do tipo específico de condição da pele. Vamos falar sobre algumas estratégias comuns para cada uma delas:

  • Dermatite atópica: O tratamento pode incluir hidratantes, corticosteroides tópicos e, em casos graves, medicamentos imunossupressores.
  • Dermatite de contato: O tratamento envolve evitar a substância que causa a reação e usar cremes ou loções para aliviar os sintomas. Em alguns casos, um dermatologista pode prescrever corticosteroides tópicos.
  • Eczema seborreico: Este tipo de eczema geralmente é tratado com shampoos medicinais, cremes e loções. Em alguns casos, podem ser necessários medicamentos antifúngicos ou corticosteroides tópicos.
  • Psoríase: O tratamento pode incluir corticosteroides tópicos, medicamentos de vitamina D tópicos, fototerapia (tratamento com luz) e, em casos graves, medicamentos sistêmicos ou injeções.

Para condições que causam coceira no corpo, recomendamos a linha completa Lipikar da La Roche-Posay, que é pensada para peles muito sensíveis, secas e ressecadas. O hidratante intensivo Lipikar Baume AP+ da La Roche-Posay, por exemplo, é especialmente formulado para pele muito seca e com coceira. Ele auxilia em crises leves e acalma a pele imediatamente.

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Remédio caseiro para alergia na pele que coça

A coceira na pele pode ser um sintoma incômodo e persistente, com diversas causas possíveis, desde alergias e irritações a condições de pele mais complexas. Embora a tentação de buscar alívio imediato com remédios caseiros seja grande, é fundamental priorizar a consulta com um especialista, como um dermatologista ou alergista.

Utilizar receitas caseiras sem orientação médica pode trazer riscos significativos, como:

  • Piora dos sintomas: A automedicação pode mascarar os sintomas ou agravar a condição original, dificultando o diagnóstico e tratamento adequados.
  • Reações alérgicas: Alguns ingredientes presentes em remédios caseiros podem causar reações alérgicas, adicionando mais um problema à situação inicial.
  • Infecções: A aplicação de substâncias inadequadas na pele pode levar a infecções, especialmente se houver lesões ou feridas.
  • Atraso no diagnóstico: A tentativa de tratar a coceira por conta própria pode atrasar o diagnóstico de condições mais sérias, que requerem intervenção médica especializada.

Um dermatologista ou alergista realizará uma avaliação completa para identificar a causa da coceira e indicar o tratamento mais eficaz e seguro. A consulta com um especialista garante um diagnóstico preciso e um plano de tratamento personalizado, minimizando os riscos e maximizando as chances de alívio duradouro. Não subestime a importância de buscar ajuda profissional para cuidar da sua saúde.


Alergia na pele que coça devido a fatores emocionais

O estresse e a ansiedade podem desempenhar um papel significativo no desenvolvimento e na exacerbação da alergia na pele que coça. Fatores emocionais podem afetar o sistema imunológico e a função de barreira da pele, tornando-a mais suscetível a reações alérgicas e inflamatórias.

Quando estamos estressados, nosso corpo libera hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina, que podem aumentar a inflamação, suprimir o sistema imunológico e alterar a produção de óleo e suor na pele, contribuindo para a coceira e a irritação.

Para lidar com a alergia na pele relacionada a fatores emocionais, é importante adotar estratégias de gerenciamento do estresse e cuidar da saúde mental, como técnicas de relaxamento, terapia, exercício regular, sono adequado e autocuidado.


Como evitar alergias na pele que coçam?

Prevenir uma alergia na pele que coça pode ser um desafio, especialmente se você não tem certeza do que está causando a reação. No entanto, aqui estão algumas estratégias gerais que podem ajudar:

  • Identifique e evite gatilhos: Se você sabe o que causa sua alergia na pele, faça o possível para evitar esses gatilhos. Isso pode incluir certos alimentos, medicamentos, substâncias ou situações físicas.
  • Mantenha a pele hidratada: A pele seca é mais propensa à irritação e coceira. Use um hidratante diariamente, como o Creme Hidratante da CeraVe, para manter a pele hidratada.
  • Use produtos de cuidados com a pele adequados: Evite produtos que contenham ingredientes que possam irritar a pele ou causar uma reação alérgica. Procure por produtos hipoalergênicos e sem fragrâncias.
  • Proteja-se do sol: A exposição ao sol pode piorar algumas condições da pele e causar outras. Use um protetor solar de amplo espectro todos os dias, como o Anthelios XL Protect FPS70 da La Roche-Posay.
  • Vista roupas confortáveis: Roupas apertadas ou feitas de tecidos ásperos podem irritar a pele e causar coceira. Opte por roupas folgadas e feitas de tecidos suaves, como algodão.

Quando falamos especificamente em relação à urticária, a dermatologista ressalta que o ideal para prevenir a vermelhidão na pele e os outros sintomas da condição é descobrir os fatores que desencadeiam as crises e ficar bem longe deles. “Também é indicado evitar calor, bebidas alcoólicas e estresse, pois são fatores que pioram a irritação. Uma dieta sem corantes, conservantes, embutidos, enlatados, peixes e frutos do mar, chocolate, ovo, refrigerantes e sucos artificiais costuma ajudar a melhorar o problema mais rapidamente, evitando o reaparecimento das lesões durante o tratamento”, afirma Dra. Camila.

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*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 01 de Julho de 2021
Modificada em: 20 de Fevereiro de 2025

 

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palavra do dermatologista

DRª CAMILA ROSA
CRM: 143799

Camila Rosa médica graduada pela UNIRIO. Dermatologista com título de especialista pela SBD e SBCD. Membro da Skin of color Society. Pós Graduada em Dermatologia Oncológica no Hospital Sírio-Libanês. Atualmente responsável pelo setor de pele negra da clínica Dermacolor em São Paulo.
 
 
 

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DRª CAMILA ROSA
CRM: 143799

Camila Rosa médica graduada pela UNIRIO. Dermatologista com título de especialista pela SBD e SBCD. Membro da Skin of color Society. Pós Graduada em Dermatologia Oncológica no Hospital Sírio-Libanês. Atualmente responsável pelo setor de pele negra da clínica Dermacolor em São Paulo.
 

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