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Mulher ensina como se prevenir do millium

Milium: o que é e como tratar essas pequenas bolinhas brancas no rosto?

Descubra o que é milium, suas causas e tratamentos. Aprenda a prevenir com dicas de especialistas.
Creation Date: 05 jul 2018
Update Date: 09 dez 2025

Nem toda inflamação que acomete a pele está ligada a acne. Um bom exemplo é a formação de miliuns que, apesar de serem visualmente parecidos, possuem origens diferentes. O milium, também conhecido como milium sebáceo, é uma condição dermatológica que intriga e preocupa muitas pessoas. Muitos indivíduos, incomodados com essas marcas, tentam removê-las em casa por conta própria. No entanto, essa prática pode ser arriscada e ineficaz. Existem formas seguras e recomendadas para eliminar o milium no rosto, as quais serão abordadas a seguir.

Por isso, o Dermaclub conversou com as dermatologistas Mylenne Torres (CRM: 5936), da cidade de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte e Tatiana Matos (CRM: BA16601), de Salvador que, além de diferenciar os dois casos, contaram o que é o problema, porque ele acontece e como é possível tratá-lo.

Confira neste artigo:

O que é milium?

O milium, também conhecido como mília, é uma condição dermatológica caracterizada pelo aparecimento de pequenas esferas brancas ou amareladas na pele, principalmente no rosto. Essas lesões se formam devido a um processo específico nas camadas da pele. Esses cistos são compostos por queratina, uma proteína presente na pele, cabelos e unhas. O milium é mais comum em recém-nascidos, mas também pode afetar adultos.

De acordo com a dermatologista Dra. Tatiana Matos, "eles são pequenos cistos formados em qualquer tipo de pele que geralmente aparecem muito em cicatrizes e após procedimentos como o laser".

Milium no rosto ao redor dos olhos


Como o milium se forma na pele?

O milium se forma quando pequenos fragmentos de pele ficam presos sob a superfície, formando um cisto. Isso acontece quando a pele não descama adequadamente ou quando os poros ficam obstruídos, impedindo a eliminação natural das células mortas da pele.

O processo de formação do milium é explicado pela Dra. Tatiana dessa forma: "Assim, essas células começam a produzir a queratina que fica acumulada na derme e deveria ser expelida, sendo impedida de sair para o meio externo e acaba se acumulando e formando os grânulos".

Para entender melhor:

  1. A queratina, uma proteína naturalmente presente na pele, é produzida em excesso.
  2. Este excesso de queratina fica retido nas camadas mais profundas da pele (derme).
  3. A queratina acumulada não consegue ser expelida naturalmente para a superfície da pele.
  4. Como resultado, formam-se pequenos cistos preenchidos por queratina, que são os grânulos de milium.

É importante notar que o milium pode afetar qualquer tipo de pele e é mais comum em áreas como:

  • Ao redor dos olhos
  • Bochechas
  • Testa
  • Nariz

A Dra. Mylenne ainda afirma: “Eles surgem espontaneamente e podem acontecer em qualquer idade ou tipo de pele, não há tendência maior ao caso relacionada a alguma característica específica”, esclareceu, afirmando que a lesão pode ocorrer em qualquer parte do corpo, apesar de ser mais comum no rosto.

Além disso, como mencionado pela Dra. Tatiana, o milium frequentemente aparece em áreas de cicatrizes ou após procedimentos estéticos, como tratamentos a laser. Isso ocorre porque esses fatores podem alterar a estrutura normal da pele, facilitando o acúmulo de queratina.


Quais são as principais causas do milium no rosto?

O milium no rosto pode surgir devido a diversos fatores. Compreender essas causas é fundamental para prevenir seu aparecimento e adotar cuidados adequados com a pele. Vamos explorar as principais razões para o desenvolvimento do milium:

  1. Predisposição genética: Algumas pessoas têm uma tendência natural maior para desenvolver milium devido a fatores genéticos que influenciam a produção de queratina e a renovação celular da pele.
  2. Exposição excessiva ao sol: A radiação UV pode danificar as estruturas da pele, alterando sua capacidade de renovação celular e facilitando o acúmulo de queratina.
  3. Uso de produtos cosméticos inadequados: Cremes muito pesados ou oleosos podem obstruir os poros e dificultar a eliminação natural da queratina, contribuindo para a formação do milium.
  4. Traumas na pele: Como mencionado pela Dra. Tatiana Matos, lesões, queimaduras ou procedimentos estéticos podem alterar a estrutura da pele, favorecendo o surgimento do milium.
  5. Envelhecimento natural da pele: Com o passar dos anos, a pele perde elasticidade e sua capacidade de renovação celular diminui, o que pode levar à formação de milium.
  6. Desequilíbrio hormonal: Alterações hormonais, como as que ocorrem na adolescência, gravidez ou menopausa, podem influenciar a produção de sebo e queratina, contribuindo para o aparecimento do milium.
  7. Doenças de pele: Algumas condições dermatológicas, como a dermatite atópica ou a rosácea, podem aumentar a probabilidade de desenvolver milium.
  8. Má higiene facial: A limpeza inadequada da pele pode levar ao acúmulo de células mortas e sebo, criando um ambiente propício para a formação do milium.

Diferenciando o milium de outras condições de pele

O milium pode ser facilmente confundido com outras condições da pele, como acne, comedões e miliária (brotoeja). É importante saber diferenciar o milium dessas outras condições, pois o tratamento e a abordagem podem variar. Vamos explorar as principais características do milium e como diferenciá-lo de outras condições semelhantes. Isso ajudará você a identificar corretamente o problema e buscar o tratamento mais adequado, se necessário.

  1. Aparência:
    • Milium são pequenos cistos brancos ou amarelados, geralmente com menos de 2 mm de diâmetro, que aparecem principalmente ao redor dos olhos, nariz e bochechas.
    • Outras condições como acne, comedões e miliária (bolhas de calor) têm aparências diferentes.
  2. Localização:
    • O milium tende a aparecer em áreas com pouca gordura subcutânea, como ao redor dos olhos e nariz.
    • Outras condições podem se espalhar por outras áreas do rosto e corpo.
  3. Textura:
    • O milium tem uma textura firme e pontual, enquanto outras condições podem ter uma textura mais suave ou irregular.
  4. Histórico:
    • O milium geralmente aparece em recém-nascidos ou crianças pequenas, mas também pode ocorrer em adultos.
    • Outras condições como acne e miliária têm fatores de risco e históricos diferentes.
  5. Resolução:
    • O milium geralmente desaparece espontaneamente ou pode ser removido por um dermatologista.
    • Outras condições podem exigir tratamentos específicos.

Se houver dúvida, é sempre recomendável consultar um dermatologista, pois ele poderá fazer um exame clínico e, se necessário, realizar exames complementares para chegar a um diagnóstico preciso.


Milium vs. acne: características e diferenças

Embora o milium e a acne possam apresentar algumas semelhanças, como a presença de pequenas protuberâncias na pele, existem diferenças significativas entre essas duas condições:

  1. Aparência: O milium se apresenta como pequenos cistos brancos e duros, geralmente com uma superfície lisa e uma forma arredondada. Já a acne pode se manifestar de várias formas, incluindo espinhas, pústulas, nódulos e cistos inflamatórios, que podem ser avermelhados, dolorosos e com pus.

    Jovem com acne no rosto

  2. Localização: Embora ambas as condições possam afetar o rosto, o milium é mais comum em áreas específicas, como ao redor dos olhos, nas bochechas e na testa. A acne, por outro lado, pode aparecer em várias partes do rosto, bem como no pescoço, peito e costas.
  3. Causas: O milium é causado pelo acúmulo de queratina sob a superfície da pele, enquanto a acne é resultado da combinação de fatores como produção excessiva de sebo, obstrução dos poros e proliferação de bactérias.
  4. Faixa etária: O milium pode afetar pessoas de todas as idades, incluindo recém-nascidos e adultos, enquanto a acne é mais comum em adolescentes e jovens adultos devido às mudanças hormonais.
  5. Tratamento: O tratamento para o milium geralmente envolve a remoção dos cistos por um dermatologista, através de métodos como extração manual, peeling químico ou laser. Já o tratamento da acne pode incluir o uso de produtos tópicos, medicamentos orais e, em casos mais graves, terapia com isotretinoína.

De acordo com a especialista Myllene Torres, o milium não é considerado acne, porém, muitas vezes é confundido com o cravo branco. “Devido a coloração e forma é comum que a confusão aconteça. Por isso, é importante manter a visita ao dermatologista sempre atualizada”, alertou, afirmando que esses cistos são benignos, mesmo quando parecem crescer exageradamente.

Para o cuidado diário da pele propensa a acne, produtos como o Gel de Limpeza Acne Control CeraVe podem ser muito eficazes, pois ajudam a controlar a oleosidade e desobstruir os poros. Sua formulação conta com ceramidas essenciais que ajudam a restaurar a barreira protetora da pele e, argila branca para controle de oleosidade, niacinamida que auxilia a acalmar a inflamação proveniente da acne e ácido salicílico para tratar e prevenir o surgimento da acne.

Gel de Limpeza Acne Control para espinhas internas


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Milium sebáceo vs. cravos: semelhanças e distinções

Embora possam parecer semelhantes à primeira vista, o milium sebáceo e os cravos são condições dermatológicas distintas, com mecanismos de formação e características próprias. Compreender essas diferenças é fundamental para o cuidado adequado da pele e a escolha do tratamento correto.

  1. Aparência: Tanto o milium sebáceo quanto os cravos aparecem como pequenas protuberâncias na pele. No entanto, o milium sebáceo tende a ser branco, firme e com uma superfície lisa, enquanto os cravos podem ser pretos ou brancos e apresentam uma textura mais irregular.

    Mulher com cravos no nariz

  2. Composição: O milium sebáceo é composto por queratina acumulada nas glândulas sebáceas, enquanto os cravos são formados por um acúmulo de sebo e células mortas da pele nos poros.
  3. Localização: O milium sebáceo é mais comum em áreas ricas em glândulas sebáceas, como o nariz, queixo e testa. Os cravos podem aparecer nessas mesmas áreas, mas também são frequentes em outras partes do rosto, como as bochechas e a região da testa.
  4. Extração: Embora seja tentador tentar remover tanto o milium sebáceo quanto os cravos em casa, é importante resistir a essa vontade. A remoção inadequada pode causar inflamação, infecção e até mesmo cicatrizes. É sempre recomendado procurar um dermatologista para a remoção segura e adequada dessas lesões.

Como explica a dermatologista Dra. Tatiana Matos: "No caso do milium, há encarceramento de células da primeira camada de pele (epiderme) na segunda camada (derme)". Isso resulta em pequenas esferas brancas ou amareladas, geralmente com 1 a 2 milímetros de diâmetro, que não possuem abertura para a superfície da pele.

Por outro lado, os cravos, também chamados de comedões, têm um processo de formação completamente diferente. A Dra. Tatiana esclarece: "No cravo há uma obstrução da unidade pilossebácea". Isso significa que os cravos se formam quando os poros ficam obstruídos por uma combinação de sebo (óleo natural da pele) e células mortas. Os cravos podem ser abertos (pontos pretos) ou fechados (pontos brancos) e geralmente estão associados à acne.


Outras condições que podem ser confundidas com milium

Outras condições de pele que podem ser confundidas com milium incluem:

Verrugas planas: Essas lesões cutâneas são causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV) e aparecem como pequenas protuberâncias achatadas na pele, geralmente com uma coloração semelhante à da pele normal. Embora possam se assemelhar ao milium, as verrugas planas são contagiosas e podem aparecer em outras partes do corpo além do rosto.

Queratose seborreica: Essa condição é caracterizada por manchas marrons ou pretas na pele, que podem ter uma aparência levemente elevada e uma superfície áspera. Embora a queratose seborreica possa lembrar o milium em alguns casos, essas lesões tendem a ser mais escuras e maiores do que os cistos de milium.

Homem com queratose seborreica

Cicatrizes de acne: As cicatrizes de acne, especialmente as cicatrizes hipertróficas e queloides, podem se assemelhar ao milium devido à sua aparência elevada e textura irregular. No entanto, essas cicatrizes são resultantes do processo de cicatrização da acne e geralmente são mais extensas e irregulares do que os cistos de milium.

Cicatriz de acne: veja como tratar

Xantelasma: Essa condição é caracterizada por placas amareladas que aparecem ao redor dos olhos, especialmente nas pálpebras. Embora o xantelasma possa ser confundido com milium devido à sua coloração clara, essas lesões são causadas pelo acúmulo de colesterol na pele e tendem a ser maiores e mais planas do que os cistos de milium.

Mulher com manchas amarelas na pele por causa de xantelasma

É importante consultar um dermatologista para obter um diagnóstico preciso, uma vez que cada condição de pele requer um tratamento específico. O profissional poderá avaliar as lesões e determinar se realmente se trata de milium ou de outra condição que necessita de uma abordagem diferente.


Prevenção do milium na pele

A prevenção do milium na pele é uma preocupação comum entre aqueles que são propensos a desenvolver esses pequenos cistos brancos no rosto. Embora o milium não seja uma condição grave de saúde, sua presença pode ser esteticamente incômoda e afetar a autoestima de algumas pessoas. Felizmente, existem várias medidas que podem ser adotadas para prevenir o surgimento do milium e manter a pele saudável e livre dessas pequenas imperfeições.


Quais são os tratamentos disponíveis para remover o milium?

Embora o milium possa desaparecer por conta própria com o tempo, existem várias opções de tratamento disponíveis para aqueles que desejam remover esses cistos mais rapidamente. Nesta discussão, exploraremos os diferentes tratamentos disponíveis para a remoção do milium, desde procedimentos manuais até tratamentos a laser e medicamentos tópicos. Confira:

  • Extração Manual: Este é um procedimento simples realizado por um dermatologista ou outro profissional de saúde treinado. Usando uma agulha esterilizada ou bisturi, a pele sobre o milium é aberta cuidadosamente e o cisto é removido.
  • Dermoabrasão: Este procedimento envolve a "lixagem" da pele com um instrumento especializado para remover as camadas superiores da pele e o milium junto com ela.
  • Tratamento a Laser: Em alguns casos, um laser pode ser usado para destruir os cistos de milium. Este é geralmente um método eficaz, mas pode ser mais caro do que outros tratamentos.
  • Peeling Químico: Este tratamento usa uma solução química para remover as camadas superiores da pele e promover o crescimento de uma nova pele saudável. Pode ser útil para pessoas com múltiplos milia.
  • Medicamentos Tópicos: Em alguns casos, cremes ou loções contendo retinoides (derivados da vitamina A) podem ser usados para tratar o milium. Estes medicamentos ajudam a promover a renovação celular e podem prevenir a formação de novos cistos.
  • Crioterapia: Este procedimento usa nitrogênio líquido para congelar e destruir o milium. É menos comum, mas pode ser uma opção para alguns pacientes.

No entanto, é fundamental ressaltar a importância de consultar um dermatologista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento para o milium. O dermatologista é o profissional médico especializado em condições da pele e pode fornecer uma avaliação precisa do seu caso, além de recomendar o tratamento mais seguro e eficaz para você.


Como cuidar da pele após a remoção do milium?

Após a remoção do milium, é essencial cuidar adequadamente da pele para promover a cicatrização e prevenir infecções. Comece mantendo a área limpa, lavando suavemente com água morna e um sabonete suave. Evite tocar na área tratada para não introduzir bactérias que possam causar infecções. A pele pode ficar mais sensível ao sol após o tratamento, então proteja-a usando um protetor solar de amplo espectro com um FPS de pelo menos 30.

Mantenha a pele hidratada usando um hidratante suave adequado para o seu tipo de pele, isso pode ajudar a acelerar o processo de cicatrização.

Uma ótima opção aqui é o uso do o Cicaplast Baume B5+ da La Roche-Posay. Este creme tem uma nova fórmula com TRIBIOMA, um complexo prébiótico único, associado a 5% de Vitamina B5 e Madecassoside, que acalma instantaneamente a pele, acelera a reparação da barreira cutânea e reduz a aparência de cicatrizes. O produto não contém parabenos e é sem perfume, tornando-o adequado para todos os tipos de pele, principalmente as sensibilizadas.


Rotina de skincare para pele propensa ao milium

Além de procedimentos médicos para a remoção do milium no rosto, manter uma rotina de skincare adequada pode ajudar a prevenir e tratar o milium. Neste texto, vamos explorar uma rotina de cuidados com a pele especialmente voltada para quem tem milium, incluindo a indicação de produtos específicos que podem auxiliar no tratamento desta condição.

  1. Tônico: Após a limpeza, aplique um tônico como Blemish + Age Solution para equilibrar o pH da pele, remover o excesso de resíduos e reduzir a oleosidade, o que pode ajudar a desobstruir os poros e prevenir o milium.
  2. Tratamento: Se você tem milium, pode considerar usar o Effaclar Ultra Concentrado. Este produto contém ácido salicílico, LHA e niacinamida, ingredientes conhecidos por suas propriedades esfoliantes e anti-inflamatórias. Este produto pode ajudar a desobstruir os poros e reduzir a formação de novos cistos de milium.
  3. Hidratação: Aplique um hidratante leve e não comedogênico, como a Loção Facial Hidratante CeraVe. Ela contém ceramidas e ácido hialurônico, que ajudam a restaurar e manter a barreira protetora da pele. Além de sua fórmula ser não comedogênica, ou seja, não obstrui os poros.
  4. Proteção Solar: Durante o dia, sempre finalize com um protetor solar de amplo espectro com FPS 30 ou mais, como o Anthelios UVMune 400 Airlicium. Isso protegerá sua pele dos raios UV, que podem piorar o milium e causar outros danos à pele. Além disso, ele também possui uma textura leve e não oleosa, o que é ideal para pessoas com milium, pois também não obstrui os poros.

À noite, após a limpeza, você pode aplicar um tratamento tópico como o Hyalu B5 Repair. Ele contém ácido hialurônico, que ajuda a manter a hidratação da pele, e vitamina B5, que ajuda a estimular a renovação celular. Isso pode ser particularmente útil após a remoção do milium para ajudar a pele a se recuperar.


Limpeza com produtos de pH balanceado

Uma das principais formas de prevenir o milium é manter uma rotina de cuidados diários com a pele. Segundo a dermatologista, "O ideal é manter a pele sempre limpinha, usando produtos específicos para tratar cada necessidade e dermocosméticos que mantenham a pele renovada".

Uma ótima opção é o Blemish+ Age Cleansing Gel, esse produto auxilia no tratamento da acne sem ressecar a pele e proporciona uma esfoliação uniforme, o que pode ajudar a prevenir a formação de novos cistos de milium.


Quer acompanhar mais dicas de prevenção e cuidados com a pele? No Canal de Transmissão do Dermaclub, você fica por dentro de lançamentos, promoções e orientações exclusivas sobre saúde e skincare — tudo em primeira mão.

Canal de Transmissão


Esfoliação suave e regular para desobstrução dos poros

A esfoliação é uma etapa importante na prevenção do milium, pois ajuda a remover as células mortas da pele e a desobstruir os poros. No entanto, é crucial optar por uma esfoliação suave e regular, uma ou duas vezes por semana, dependendo do tipo de pele.

Esfoliantes físicos com partículas macias, como os de açúcar ou jojoba, ou esfoliantes químicos com ácidos alfa-hidroxílicos (AHAs) em baixas concentrações, como o ácido glicólico ou lático, são boas opções para uma esfoliação gentil e eficaz. Evite esfoliantes agressivos, que podem irritar a pele e agravar o problema.

O SA Gel de Limpeza Renovador CeraVe é uma indicação incrível de esfoliante químico. Esse gel de limpeza contém ácido salicílico para limpar efetivamente, remover sujeira e oleosidade, além de ajudar a esfoliar a pele, deixando-a macia e suave. Ele é enriquecido com vitamina D antioxidante, ceramidas para restaurar a barreira protetora da pele, ácido hialurônico para reter a umidade natural e niacinamida para acalmar a pele. É um produto não comedogênico, testado contra alergias e sem fragrância.

Gel de Limpeza Renovador da CeraVe


Hidratação com produtos oil-free e não comedogênicos

Manter a pele hidratada é essencial para prevenir o milium, mas é importante escolher os produtos certos para não obstruir os poros. Opte por hidratantes oil-free e não comedogênicos, que são formulados para não entupir os poros e são adequados para peles propensas a imperfeições, como é o caso do Effaclar Duo + M da La Roche-Posay.

Procure também por ingredientes hidratantes como ácido hialurônico, glicerina e ceramidas, que ajudam a manter a pele hidratada sem deixá-la oleosa. O Loção Facial Hidratante CeraVe, por exemplo, conta com todos esses ativos e seus benefícios, sendo indicado para peles normais a secas. Você deverá aplicar o hidratante em movimentos suaves, evitando massagear vigorosamente a área propensa ao milium.


Incorporação de ativos como retinol e ácido salicílico

Alguns ativos específicos podem ser benéficos na prevenção do milium, como o retinol e o ácido salicílico. O retinol, um derivado da vitamina A, ajuda a estimular a renovação celular e a melhorar a textura da pele, reduzindo a probabilidade de obstrução dos poros. Já o ácido salicílico, um beta-hidroxiácido (BHA), possui propriedades queratolíticas e anti-inflamatórias, ajudando a desobstruir os poros e a prevenir a formação de milium.

Introduza esses ativos gradualmente na sua rotina de cuidados com a pele, começando com baixas concentrações e aumentando conforme a tolerância da pele. Sempre use protetor solar durante o dia ao utilizar esses ativos, pois eles podem aumentar a sensibilidade da pele ao sol.

No Dermaclub, você encontra uma ampla gama de produtos dermatológicos recomendados pelos melhores especialistas para manter sua pele saudável e prevenir condições como o milium. Além disso, ao se tornar membro, você acumula pontos em suas compras que podem ser trocados por novos produtos! Cuide da sua pele com inteligência e ainda ganhe benefícios exclusivos! Cadastre-se agora!


Perguntas frequentes sobre o milium

O milium pode ser removido em casa?

O milium é uma condição dermatológica comum que se apresenta como pequenos cistos brancos ou amarelados na pele. Esses cistos são benignos e não causam danos à saúde, mas muitas pessoas buscam tratamento por razões estéticas.

A Dra. Tatiana afirma que a extração em casa é possível, mas que deve ser sempre realizada por um dermatologista com anestesia local e agulha estéril, não em casa. “Além disso, para reduzir a espessura da pele e facilitar a extração, também podemos aplicar produtos como ácidos e esfoliantes”, explicou.


Qual a diferença entre o milium em adultos e bebês?

O milium em bebês e adultos apresenta algumas diferenças importantes. Nos bebês, o milium é muito comum, afetando cerca de 40 a 50% dos recém-nascidos, e geralmente aparece no rosto, couro cabeludo, pescoço e parte superior do tronco. É considerado uma condição benigna e transitória, resultante do desenvolvimento imaturo das glândulas sebáceas e da pele, e tende a desaparecer espontaneamente dentro de algumas semanas a poucos meses, sem necessidade de tratamento específico.

Já nos adultos, o milium é menos frequente e tende a se desenvolver em áreas específicas do rosto, como ao redor dos olhos, nas bochechas e na testa. Pode ser causado por fatores como exposição excessiva ao sol, uso de produtos comedogênicos, falta de esfoliação regular e predisposição genética. O milium em adultos tende a persistir por mais tempo e pode requerer intervenção médica para sua remoção, através de métodos como extração manual, peeling químico ou laser.


O milium pode deixar cicatrizes após a remoção?

Quando a remoção do milium é realizada por um profissional qualificado, como um dermatologista, o risco de cicatrizes é mínimo. Os dermatologistas utilizam técnicas precisas e estéreis para remover os cistos de milium, tomando cuidado para não danificar a pele ao redor da lesão.

No entanto, é importante seguir as orientações de cuidados pós-procedimento fornecidas pelo dermatologista para garantir uma cicatrização adequada e minimizar o risco de complicações. Essas orientações podem incluir:

  • Manter a área tratada limpa e seca;
  • Evitar a exposição solar direta e usar protetor solar de amplo espectro;
  • Não aplicar maquiagem ou produtos pesados sobre a área tratada por um determinado período;
  • Utilizar produtos cicatrizantes ou antibióticos tópicos, conforme prescrito pelo dermatologista.

Posso espremer milium?

A médica Myllene explicou que não existe maneira de prevenir o milium e, de maneira alguma, deve espremê-lo. Ele surge de acordo com a propensão que o indivíduo possui para desenvolvê-lo. “A lesão pode ser removida com agulhas finas, com ou sem auxílio de um extrator de comedão. A extração deve ser realizada apenas por profissionais habilitados, como esteticistas ou dermatologistas. E é de extrema importância que seja feita depois da limpeza da pele, a fim de evitar contaminação”, concluiu.

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*Os dermatologistas especialistas são consultados como fontes jornalísticas e não se utilizam deste espaço para a promoção de qualquer produto ou marca. Para saber qual é o tratamento ideal para a sua pele, consulte um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Publicada em: 05 de Julho de 2018
Modificada em: 17 de Fevereiro de 2025

 

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palavra do dermatologista

DRA. TATIANA NOGUEIRA MATOS
CRM: BA16601

Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia/SBD, formada pela Universidade Federal da Bahia , realizou residência em clínica médica no Hospital Santo Antônio/ Ba e dermatologia na Universidade de Santo Amaro/ São Paulo. Atua na área de Dermatologia clínica, estética, cirúrgica e laser. Participa de todos os principais congressos nacionais e internacionais para estar sempre atualizada nos melhores tratamentos para seus pacientes.
 
 
 

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DRA. TATIANA NOGUEIRA MATOS
CRM: BA16601

Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia/SBD, formada pela Universidade Federal da Bahia , realizou residência em clínica médica no Hospital Santo Antônio/ Ba e dermatologia na Universidade de Santo Amaro/ São Paulo. Atua na área de Dermatologia clínica, estética, cirúrgica e laser. Participa de todos os principais congressos nacionais e internacionais para estar sempre atualizada nos melhores tratamentos para seus pacientes.
 
 

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DRA. MYLENNE TORRES
CRM: 5936

Médica formada pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (CE), com residência em Clínica Médica pelo Hospital Central Coronel Pedro Germano (RN) e residência em Dermatologia pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN). É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e atua na área de dermatologia clínica e cirúrgica, cosmiatria e laser na cidade de Natal/RN.
 
 
 

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DRA. MYLENNE TORRES
CRM: 5936

Médica formada pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (CE), com residência em Clínica Médica pelo Hospital Central Coronel Pedro Germano (RN) e residência em Dermatologia pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN). É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e atua na área de dermatologia clínica e cirúrgica, cosmiatria e laser na cidade de Natal/RN.
 

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